Lobito Atlantic Railway forma 100 maquinistas e condutores angolanos

A Lobito Atlantic Railway (LAR), empresa concessionária do Corredor do Lobito, está a formar 100 maquinistas e condutores angolanos para salvaguardar todas as questões de segurança, com apoio de empresas portuguesas. Em declarações aos jornalistas após uma breve passagem pelo centro, o director de operações do consórcio, Nicolas Gregoir, destacou a importância de iniciar a…
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A nível de formação foram contractadas empresas portuguesas certificadas, tendo o centro capacidade para cerca de 200 formados e dormidas para 64 pessoas.
Economia Emprego

A Lobito Atlantic Railway (LAR), empresa concessionária do Corredor do Lobito, está a formar 100 maquinistas e condutores angolanos para salvaguardar todas as questões de segurança, com apoio de empresas portuguesas.

Em declarações aos jornalistas após uma breve passagem pelo centro, o director de operações do consórcio, Nicolas Gregoir, destacou a importância de iniciar a formação de 100 maquinistas e condutores no final do ano passado e adiantou que estão também a ser formados no Lobito, factores e agulheiros (profissionais ferroviários).

A nível de formação foram contractadas empresas portuguesas certificadas, tendo o centro capacidade para cerca de 200 formados e dormidas para 64 pessoas.

Uma comitiva diplomática que está a percorrer o Corredor do Lobito numa viagem organizada pela embaixada dos EUA em Angola visitou o centro de formação de maquinistas e condutores.

Um dos diplomatas que integra a visita, embaixador português, Francisco Alegre Duarte, destacou que este consórcio, que é constituído por três empresas europeias a portuguesa Mota-Engil, a suíça Trafigura e a belga Vecturis – é a espinha dorsal do Corredor do Lobito.

Além de a concessionária assegurar a operação e manutenção da ferrovia, diz a Lusa, tem uma componente de formação de capital humano que é “decisiva” e contribui para a diversificação económica.

“Para que este corredor seja mais do que um mero corredor de transporte de minerais, mas também tenha benefícios para a agricultura e outros sectores”, sublinhou Francisco Duarte.

 

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