Moeda angolana kwanza já está integrada no sistema de pagamentos dos países da SADC

A moeda angolana, kwanza, já está integrado como moeda de liquidação no Sistema de Liquidação a Bruto em Tempo Real da SADC (SADC-RTGS), uma inclusão que apoia os pagamentos regionais. esforços de modernização e alinha-se com os objectivos do Grupo dos Vinte (G20) em matéria de pagamentos transfronteiriços, que visam reduzir custos, aumentar a velocidade…
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O kwanza torna-se a segunda moeda de liquidação admitida no SADC-RTGS que, desde a sua criação em 2013, operava exclusivamente com o Rand sul-africano. Actualmente, o sistema conta com a participação de 15 países da região.
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A moeda angolana, kwanza, já está integrado como moeda de liquidação no Sistema de Liquidação a Bruto em Tempo Real da SADC (SADC-RTGS), uma inclusão que apoia os pagamentos regionais. esforços de modernização e alinha-se com os objectivos do Grupo dos Vinte (G20) em matéria de pagamentos transfronteiriços, que visam reduzir custos, aumentar a velocidade e melhorar a eficiência.transações transfronteiriças.

A formalização foi feita pelo governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel Tiago Dias, e o seu homólogo do Banco de Reserva da África do Sul e presidente do CCBG, Lesetja Kganyago, formalizaram, nesta Segunda-feira, em Luanda.

O kwanza torna-se a segunda moeda de liquidação admitida no SADC-RTGS que, desde a sua criação em 2013, operava exclusivamente com o Rand sul-africano. Actualmente, o sistema conta com a participação de 15 países da região.

Nesta fase inicial, cinco bancos comerciais angolanos foram autorizados a operar na plataforma regional, nomeadamente o Banco Angolano de Investimentos (BAI), o Banco Internacional de Crédito (BIC), o Banco de Negócios Internacional (BNI), o Banco de Crédito Sul (BCS) e o Banco Yetu.

Ao permitir a liquidação directa em kwanzas, as instituições financeiras e empresas evitam a necessidade de conversões cambiais por meio de moedas estrangeiras externas ao sistema, diminuindo significativamente os custos repassados aos clientes.

O plano estratégico da organização prevê a inclusão oportuna de outras divisas regionais, estando o Pula, do Botswana, em fase avançada de integração.

De acordo com o comunicado oficial divulgado no portal do BNA, “a implementação da capacidade multimoeda no sistema SADC-RTGS é uma das iniciativas estratégicas para fortalecer a integração financeira regional, promover o uso de moedas locais no comércio transfronteiriço e reduzir a dependência de moedas de fora da SADC”.

O Banco Central sublinha ainda que a diversificação facilita as trocas comerciais directas entre empresas e clientes, optimizando a gestão de fluxos de caixa e garantindo maior agilidade no acesso a recursos na região.

De acordo com o comunicado oficial divulgado no site do BNA, “a implementação da capacidade multimoeda no sistema SADC-RTGS é uma das iniciativas estratégicas para fortalecer a integração financeira regional, promover o uso de moedas locais no comércio transfronteiriço e reduzir a dependência de moedas de fora da SADC”.

O Banco Central sublinha ainda que a diversificação facilita as trocas comerciais directas entre empresas e clientes, optimizando a gestão de fluxos de caixa e garantindo maior agilidade no acesso a recursos na região.

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