Ossufo Momade candidato da Renamo a Presidente de Moçambique

O presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), Ossufo Momade, será candidato do maior partido da oposição nas eleições gerais de Outubro ao cargo de Presidente da República, disse esta Segunda-feira o porta-voz daquela formação política. “O congresso entendeu eleger por unanimidade e aclamação o general Ossufo Momade como candidato às presidenciais do próximo dia 09…
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Ossufo Momade já tinha concorrido a Presidente da República, com o apoio da Renamo, nas eleições de 2019, tendo ficado em segundo lugar, com 21,88%, numa votação que reelegeu Filipe Nyusi.
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O presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), Ossufo Momade, será candidato do maior partido da oposição nas eleições gerais de Outubro ao cargo de Presidente da República, disse esta Segunda-feira o porta-voz daquela formação política.

“O congresso entendeu eleger por unanimidade e aclamação o general Ossufo Momade como candidato às presidenciais do próximo dia 09 de Outubro. Portanto, sim, o general Ossufo Momade foi eleito presidente do partido e candidato da Renamo para as eleições presidenciais de 2024”, disse José Manteigas.

Ossufo Momade já tinha concorrido a Presidente da República, com o apoio da Renamo, nas eleições de 2019, tendo ficado em segundo lugar, com 21,88%, numa votação que reelegeu Filipe Nyusi como chefe de Estado, com 73% dos votos.

O conselho jurisdicional da Renamo confirmou na Sexta-feira a eleição de Ossufo Momade como presidente do partido, que lidera desde 2019, obtendo 57% dos votos no congresso que decorreu desde Quarta-feira em Alto Molócue, província da Zambézia, garantindo assim novo mandato de cinco anos.

O reeleito presidente garantiu que conta com os restantes candidatos que disputaram a liderança do maior partido da oposição no congresso e que “ninguém pode ficar de fora”.

“Todos nós temos que trabalhar juntos (…) A partir de hoje, eu vou trabalhar com todos, não vou discriminar a ninguém. Aqui não existem adversários, não existem inimigos, mas sim a democracia interna”, acrescentou o responsável, citado pela Lusa.

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