PIB de Macau cresce 11 mil milhões de euros no 1.º trimestre de 2026

O Produto Interno Bruto (PIB) de Macau registou um crescimento sólido de 11 mil milhões de euros no 1º trimestre de 2026, com estimativas a indicarem uma subida real de 7,1%, face ao período homólogo, informou os Serviços de Estatística e Censos. Segundo os dados da Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), este…
ebenhack/AP
No período em análise, dados preliminares dão conta que o Produto Interno Bruto do país cifrarou-se em 108,01 mil milhões de Patacas, o equivalente a cerca de 11 mil milhões de euros, mais 7,1% em termos reais, face ao primeiro trimestre de 2025.
Economia

O Produto Interno Bruto (PIB) de Macau registou um crescimento sólido de 11 mil milhões de euros no 1º trimestre de 2026, com estimativas a indicarem uma subida real de 7,1%, face ao período homólogo, informou os Serviços de Estatística e Censos.

Segundo os dados da Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), este crescimento foi impulsionado pela forte retoma do turismo e exportação de serviços durante o Ano Novo Lunar.

“No trimestre em análise os dados preliminares do Produto Interno Bruto cifraram-se em 108,01 mil milhões de Patacas, (cerca de 11 mil milhões de euros) mais 7,1% em termos reais, face ao primeiro trimestre de 2025 e foram equivalentes a 90,3% do volume económico do primeiro trimestre de 2019”, informa a DSEC.

No entanto, o documento refere que no primeiro trimestre de 2026 a tendência do desenvolvimento da economia global da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) teve um crescimento estável, dado que as exportações de serviços continuaram a subir a um ritmo acelerado, impulsionadas pelo aumento significativo do número de visitantes, do trimestre de referência, número que beneficiou tanto dos feriados do Ano Novo Lunar como da realização de uma série de actividades festivas.

As exportações globais de serviços, ressalta, aumentaram 13,9% no primeiro trimestre de 2026, visto que o número de entradas de visitantes na RAEM subiu 13,7%, em termos homólogos.

Em relação à procura interna, a despesa de consumo privado cresceu 2,8%, em termos anuais, ao passo que a despesa de consumo final do Governo e a formação bruta de capital fixo desceram 4,8% e 21,9%, respectivamente.

 

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