PM cabo-verdiano promete “atenção especial” ao emprego, saúde e segurança no novo ano 

O primeiro-ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva, prometeu nesta Segunda-feira "atenção especial" ao emprego, saúde e segurança, para melhorar os serviços públicos, em 2025, à margem da apresentação de cumprimentos de ano novo ao Presidente da República. “Temos áreas de alguma atenção especial”, como “a questão do desemprego”, referiu Ulisses Correia e Silva. “Apesar de as…
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“Apesar de as taxas de desemprego terem estado a reduzir, há uma percepção dos cabo-verdianos de que é um grande problema, o primeiro problema”, refere Ulisses Correia e Silva.
Economia

O primeiro-ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva, prometeu nesta Segunda-feira “atenção especial” ao emprego, saúde e segurança, para melhorar os serviços públicos, em 2025, à margem da apresentação de cumprimentos de ano novo ao Presidente da República.

“Temos áreas de alguma atenção especial”, como “a questão do desemprego”, referiu Ulisses Correia e Silva.

“Apesar de as taxas de desemprego terem estado a reduzir, há uma percepção dos cabo-verdianos de que é um grande problema, o primeiro problema”, acrescentou.

“Depois, a saúde e a segurança: apesar de o nível de ocorrência de crimes ter estado a baixar, a percepção ainda existe. Então, nessas áreas temos de reforçar a nossa ação, não só para mudar a percepção, mas para elevar o serviço público”, disse o primeiro-ministro.

Ulisses Correia e Silva falava aos jornalistas, à saída do palácio presidencial, depois da cerimónia de cumprimentos de ano novo a José Maria Neves.

“Temos que reforçar a nossa ação também para elevar o serviço público e continuar a apostar na qualificação profissional”, acrescentou, destacando ainda a importância de dar atenção às mulheres e às zonas rurais para assegurar que as expectativas dos cabo-verdianos se concretizem.

O primeiro-ministro, que também lidera o Movimento para a Democracia (MpD, no poder), foi questionado sobre uma possível recandidatura à liderança do partido, na preparação das eleições legislativas e presidenciais de 2026 – e depois da derrota eleitoral nas autárquicas, em dezembro de 2024.

Contudo, o chefe do Governo citado pela Lusa, afirmou que “a questão não é para este momento”, garantindo que “haverá momentos próprios para avaliar e tomar a melhor decisão”.

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