PR moçambicano vai defender o multilateralismo na Cimeira dos chefes de Estado da Organização de Estados de África

O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, vai defender o multilateralismo na Cimeira dos chefes de Estado da Organização de Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OEACP), reforçando a cooperação internacional e promover a visibilidade política do país, foi hoje anunciado. “O Presidente Chapo reafirmará o apoio incondicional do País às reformas em curso na OEACP, reforçará o compromisso de Moçambique com o multilateralismo…
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A cimeira realiza-se sob o lema “Uma OEACP Transformada e Reformada num Mundo em Mudança”, centrando-se na avaliação dos compromissos assumidos na edição anterior e no reforço da cooperação entre os Estados-membros.
Economia

O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, vai defender o multilateralismo na Cimeira dos chefes de Estado da Organização de Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OEACP), reforçando a cooperação internacional e promover a visibilidade política do país, foi hoje anunciado.

“O Presidente Chapo reafirmará o apoio incondicional do País às reformas em curso na OEACP, reforçará o compromisso de Moçambique com o multilateralismo e a cooperação sul-sul e promoverá a visibilidade política do país no seio da organização”, indica o comunicado da Presidência.

Segundo a nota da Presidência, o chefe de Estado moçambicano, Daniel Chapo, participará na XI Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da Organização de Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OEACP), na Guiné Equatorial, que decorre entre 27 e 29 de Março, em Malabo.

A cimeira realiza-se sob o lema “Uma OEACP Transformada e Reformada num Mundo em Mudança”, centrando-se na avaliação dos compromissos assumidos na edição anterior e no reforço da cooperação entre os Estados-membros.

“O encontro pretende fazer o balanço da implementação dos compromissos assumidos na X Cimeira, realizada em 2022, em Luanda, abordando temas centrais relacionados com o desenvolvimento sustentável, a cooperação sul-sul e o engajamento multilateral”, refere o documento, citado pela Lusa.

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