Um total de 3,4 milhões de dólares é o valor que o Banco de Fomento Angolano (BFA) já disponibilizou, até ao momento, para financiar o projecto social “BFA + Água + Vida”, iniciado em 2019, na sequência do apelo lançado à sociedade civil pelo executivo angolano, para dar resposta à emergência social que se vivia no Sul do país.
Num comunicado enviado à FORBES, a instituição avança que, através da criação do conceito “Porto Seguro”, a estratégia do projecto “BFA + Água + Vida” passa pela promoção de escolas e outras infra-estruturas sociais, como plataformas para o fornecimento dos serviços sociais básicos, com enfoque no acesso à água e saneamento, saúde, nutrição, protecção e educação.
O projecto, que tem como propósito mitigar a vulnerabilidade contra os riscos naturais da seca e das inundações, na província do Cunene, e melhorar a resiliência das crianças e suas famílias, essencialmente, nas comunidades mais vulneráveis do município de Ombadja, está a ser implementado em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
No âmbito do conceito “Porto Seguro”, foram inauguradas, há dias, no município de Ombadja, três escolas primárias denominadas Omayuku, Mphuikiti e Hakeke. Construídos de rais, os estabelecimentos de ensino estão compostos, cada um, por três salas de aulas, com capacidade para acolherem, em conjunto, mais de 180 crianças.
Agora, o projecto “BFA + Água + Vida” passa a contar com 18 escolas, que beneficiam 10.000 pessoas, das quais 6.000 directas e 4.000 indirectas. Capacitou já, por via da abordagem TUPPI – Todos Unidos Pela Primeira Infância, 70 professores, 18 directores de escola e 18 encarregados de educação. Por outro lado, permitiu que mais de 8.500 crianças beneficiassem do registo de nascimento.





