Sonangol distinguida como ‘Companhia Petrolífera Nacional’ do Ano

A petrolífera estatal angolana, a Sonangol, arrebatou esta Quarta-feira, 10, na Cidade do Cabo, África do Sul, o prémio de ‘Companhia Petrolífera Nacional’, atribuído por sua participação na ‘Semana da Energia Africana’. A justificar o galardão à maior empresa angolana está, segundo a organização do evento, o “papel fundamental [que a petrolífera representa] na redução…
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Prémio é referente à participação da petrolífera angolana na ‘Semana da Energia Africana’, e reflecte o seu contributo na redução da pobreza energética, segundo a organização.
Economia

A petrolífera estatal angolana, a Sonangol, arrebatou esta Quarta-feira, 10, na Cidade do Cabo, África do Sul, o prémio de ‘Companhia Petrolífera Nacional’, atribuído por sua participação na ‘Semana da Energia Africana’.

A justificar o galardão à maior empresa angolana está, segundo a organização do evento, o “papel fundamental [que a petrolífera representa] na redução da pobreza energética, ao mesmo tempo que asseguram ambientes favoráveis ao investimento, segurança energética e liderança dentro do setor dos hidrocarbonetos.

De acordo com ainda com a organização, o prémio serve para “honrar as companhias petrolíferas nacionais que fizeram enormes esforços para eletrificar a sua região através de estratégias operacionais inovadoras e de gestão de receitas”.

Para além da Sonangol, dentro da lusofonia em África, também foi distinguido o projecto de exploração de gás da italiana ENI, em Moçambique, que recebeu um prémio. Pelo seu projecto Coral Sul, a empresa italiana venceu o galardão sobre a ‘Monetização de Gás em África do Ano’.

Atribuída pela Câmara de Energia Africana, a distinção da ENI “reconhece as companhias e os projectos que estão a desafiar as probabilidades da Covid-19 e as restrições da indústria, promovendo a monetização do gás em África para suprimir o défice de pobreza energética e liderar a transição energética no continente”, avança a organização em nota, citada pela Lusa.

Foram ainda atribuídos o galardão ‘Prémio de Vida’ ao antigo sub-secretário dos Recursos Energéticos dos Estados Unidos Frank Fannon, ao secretário-geral do Fórum dos Países Exportadores de Gás, Yuri Sentyurin e a Timipre Sylva, “pelos passos corajosos que deram para promover o bem-estar dos cidadãos africanos e melhorar o funcionamento e a rentabilidade dos mercados da energia e dos hidrocarbonetos”.

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