TCUL calcula prejuízo de 100 milhões de kwanzas em 2025

O Presidente do Conselho de Administração da Empresa de Transportes Colectivos Urbanos de Luanda (TCUL) admitiu que, em 2025, a instituição teve um prejuízo avaliado em cerca de 100 milhões de kwanzas. De acordo com Nelson Jorge, o resultado financeiro negativo foi provocado por actos de vandalismo dois seus meios, agravado com a paralisação e…
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PCA da Empresa de Transportes Colectivos Urbanos de Luanda justifica que o prejuízo foi provocado por actos de vandalismo dois seus meios, agravado com a paralisação e destruição dos autocarros, durante os protestos dos taxistas, em Julho passado.
Economia

O Presidente do Conselho de Administração da Empresa de Transportes Colectivos Urbanos de Luanda (TCUL) admitiu que, em 2025, a instituição teve um prejuízo avaliado em cerca de 100 milhões de kwanzas.

De acordo com Nelson Jorge, o resultado financeiro negativo foi provocado por actos de vandalismo dois seus meios, agravado com a paralisação e destruição dos autocarros durante os protestos dos taxistas, em Julho passado.

Falando durante um encontro de balanço das actividades realizadas pela empresa ao longo de 2025, o gestor explicou que, anualmente, a empresa regista prejuízos de cerca de 50 milhões de kwanzas, devido à destruição dos meios pelos passageiros.

“Mesmo quando a polícia consegue deter o passageiro, às vezes estes nem conseguem cobrir o custo do dano causado ao autocarro”, salientou, afirmando que desde Setembro último, a transportadora está a operar com 125 autocarros, tendo começado o ano com apenas 30 meios.

Segundo o PCA, o Executivo angolano forneceu à empresa 35 novos autocarros para apoiar os utentes do Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto (AIAAN).

A Empresa de Transportes Colectivos Urbanos de Luanda tem uma frota de 300 autocarros, 175 dos quais estão em processo de recuperação. Em relação as receitas, Nelson Jorge considerou ainda ínfimo o valor obtido, pois o serviço urbano é deficitário.

Entre os desafios, apontou o combate aos actos de vandalismo dos meios e segurança dos trabalhadores de casa para o serviço e vice-versa, bem como durante o exercício das suas actividades.

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