Timor-Leste abre portas a investidores angolanos e garante facilidades institucionais

Timor-Leste está “de portas abertas” a empresários e investidores angolanos e garante facilidades institucionais, cruzando diplomacia económica e língua portuguesa como plataforma comum de negócios, disse o embaixador do país asiático em Angola, Ivo Jorge Valente. “Convidamos os nossos irmãos e irmãs investidores para visitar o país. Timor-Leste se encontra numa fase activa de construção…
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Embaixador de Timor-Leste em Angola, Ivo Jorge Valente disse que a escolha de Angola como sede de uma das poucas representações diplomáticas timorenses em África não acontece por acaso.
Economia

Timor-Leste está “de portas abertas” a empresários e investidores angolanos e garante facilidades institucionais, cruzando diplomacia económica e língua portuguesa como plataforma comum de negócios, disse o embaixador do país asiático em Angola, Ivo Jorge Valente.

“Convidamos os nossos irmãos e irmãs investidores para visitar o país. Timor-Leste se encontra numa fase activa de construção e desenvolvimento e que as autoridades estão preparadas para acolher investimento estrangeiro, em particular proveniente de Angola”, afirmou o diplomata.

Segundo Ivo Valente, a escolha de Angola como sede de uma das poucas representações diplomáticas timorenses em África não acontece por acaso. Além de Moçambique, Luanda integra o reduzido grupo de capitais africanas com missão permanente de Timor-Leste, refletindo uma aposta clara na lusofonia e numa aproximação gradual ao continente africano.

Esta presença, referiu, permite “estar mais perto” de Angola e reforçar uma relação histórica assente em laços políticos, culturais e humanos.

Ivo Valente que apresentou cartas credenciais no passado mês de Outubro, explicou como a recente abertura da representação diplomática em Luanda pretende ser um instrumento de aproximação política e económica entre os dois países.

A missão diplomática, que foi encerrada em Setembro de 2019 e reabriu em 2024, diz a Lusa, visa proteger os interesses do Estado timorense e apoiar os seus cidadãos, mas sobretudo dinamizar a cooperação bilateral, encaminhar investidores e promover ligações com decisores políticos e institucionais em Díli.

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