TotalEnergies obteve lucro de 15,6 mil milhões de dólares em 2025

A TotalEnergies teve um lucro líquido ajustado em 15,6 mil milhões de dólares em 2025, e fluxo de caixa de 27,8 mil milhões de dólares em um ambiente marcado por uma queda de 15% nos preços do petróleo, segundo comunicado da companhia. O lucro líquido IFRS (International Financial Reporting Standards) totalizou 13,1 mil milhões de…
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De acordo com o comunicado da empresa a que a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA teve acesso, a TotalEnergies continuou a implementar sua estratégia de crescimento equilibrada e disciplinada, investindo 17,1 mil milhões de dólares em 2025, incluindo 37% para novos projectos de petróleo.
Economia

A TotalEnergies teve um lucro líquido ajustado em 15,6 mil milhões de dólares em 2025, e fluxo de caixa de 27,8 mil milhões de dólares em um ambiente marcado por uma queda de 15% nos preços do petróleo, segundo comunicado da companhia.

O lucro líquido IFRS (International Financial Reporting Standards) totalizou 13,1 mil milhões de dólares, uma queda de 17% e o retorno sobre o capital médio empregado foi de 12,6%, o melhor entre as principais empresas pelo quarto ano consecutivo.

De acordo com o comunicado da empresa a que a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA teve acesso, a TotalEnergies continuou a implementar sua estratégia de crescimento equilibrada e disciplinada, investindo 17,1 mil milhões de dólares em 2025, incluindo 37% para novos projectos de petróleo e gás e cerca de 3,5 mil milhões de dólares em energias de baixo carbono, dos quais quase 3 mil milhões de dólares em electricidade.

O documento informa ainda que o Conselho de Administração proporá à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, em 29 de Maio de 2026, a distribuição de um dividendo final de 1,01 dólares por acção para 2025, elevando o dividendo total de 2025 para 4,0 dólares por acção, um aumento de 5,6% em relação ao dividendo de 2024, refletindo as recompras de acções realizadas em 2025 (7,5 mil milhões de dólares, representando um pagamento de 55%).

O Conselho também confirmou a previsão de recompra de acções para 2026, entre 3 mil milhões de dólares e 6 mil milhões de dólares, considerando um preço do petróleo entre 60 dólares e 70 dólares por barril e uma taxa de câmbio em torno de 1,42 por dólares.

“Levando em conta o cenário de incerteza em relação aos preços, autorizou 750 milhões de dólares em recompras no primeiro trimestre de 2026, em consonância com a previsão orçamentária (60 dólares por barril), preservando, assim, a flexibilidade para ajustar o nível de recompras ao longo de 2026, dependendo da evolução dos preços”, finaliza o documento.

 

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