Caixa Social de Catoca pretende complementar prestações dos regimes obrigatórios

A Caixa Social de Catoca – Associação Mutualista, inaugurada esta Quarta-feira, 16 em Luanda, pretende reforçar e complementar as prestações dos regimes obrigatórios nas eventualidades de “velhice”, “invalidez”, “morte” e “cuidados de saúde”, avançou à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA o presidente do conselho de administração da referida caixa, Evanerson Varo Kaputo. Este reforço, garantiu o responsável,…
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À FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, o PCA da Caixa Social de Catoca disse que a meta é ser a maior associação mutualista de África, cobrindo trabalhadores de todo o subsector diamantífero de Angola
Economia

A Caixa Social de Catoca – Associação Mutualista, inaugurada esta Quarta-feira, 16 em Luanda, pretende reforçar e complementar as prestações dos regimes obrigatórios nas eventualidades de “velhice”, “invalidez”, “morte” e “cuidados de saúde”, avançou à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA o presidente do conselho de administração da referida caixa, Evanerson Varo Kaputo.

Este reforço, garantiu o responsável, será feito através de planos de pensões, dos regimes profissionais, complementares e dos regimes de benefícios de saúde, promovendo a coesão social e o desenvolvimento económico das áreas envolventes.

Com este passo, de acordo com o PCA, a Caixa Social de Catoca ambiciona ser a maior associação mutualista de África, em volume de associados e em volume de benefícios geridos a favor dos seus membros, cobrindo trabalhadores de todo o subsector diamantífero de Angola, que ronda entre 10 mil e 15 mil pessoas de forma directa e indirecta.

“O nosso negócio é cuidar das pessoas, protegê-las nas suas necessidades e garantir que usufruam de vida digna. Tudo isso será feito com a participação dos próprios associados nos processos de definição e na formulação dos programas”, referiu.

De acordo ainda com o Evanerson Varo Kaputo, acima de tudo, a Catoca quer garantir uma almofada social e económica aos associados no momento da sua chegada à reforma, sendo uma alternativa segura na oferta de soluções de microcrédito, habitação para os trabalhadores do sector, entre outros.

Ministro dos Recursos Minerais Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, recebe passe da Caixa Social de Catoca.

Entretanto, Evanerson Varo Kaputo sublinhou ainda que a Caixa Social de Catoca não está limitada aos trabalhadores da instituição que dirige, mas também acolhe funcionários de outros projectos mineiros no subsector dos diamantes, desde que não tenham completado 65 anos na data de ingresso.

Questionado sobre a forma de capitalização da Associação Mutualista, o gestor ressaltou que será por meio de pagamento de quotas mensais vai receber dos seus associados, sem prejuízo de outras formas de participação em projectos que possibilitem potencializar a sua intervenção social e melhoria substancial das condições de vida dos mesmos.

O acto de abertura da associação foi testemunhado pelo ministro dos Recursos Minerais Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, que destacou a relevância da Caixa Social de Catoca.

“Vamos então esperar que esta caixa social tudo faça para que possa, adicionalmente, criar condições para os seus trabalhadores serem mais felizes”, disse.

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