Vice-presidente da Guiné Equatorial exige pagamento imediato de salários atrasados dos funcionários da Turbogas

O vice-presidente da Guiné Equatorial, Nguema Obiang Mangue, ordenou nesta Terça-feira, 06, em Malabo, o pagamento imediato dos salários atrasados ​​na Turbogas (usina termoeléctrica a gás natural em Punta Europa, perto de Malabo), após os trabalhadores estarei há mais de dois meses sem receber salários, tendo passado as festas de Natal e Ano Novo sem…
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Durante a reunião, que reuniu vários membros do aparelho estatal, incluindo o primeiro-ministro, Nguema Obiang Mangue denunciou que os trabalhadores estão há mais de dois meses sem receber salário.
Economia

O vice-presidente da Guiné Equatorial, Nguema Obiang Mangue, ordenou nesta Terça-feira, 06, em Malabo, o pagamento imediato dos salários atrasados ​​na Turbogas (usina termoeléctrica a gás natural em Punta Europa, perto de Malabo), após os trabalhadores estarei há mais de dois meses sem receber salários, tendo passado as festas de Natal e Ano Novo sem rendimentos.

De acordo com um comunicado publicado no website da Presidência da Guiné Equatorial, Nguema Obiang Mangue disse que os funcionários não podem ser vítimas da má gestão de um ministério, entretanto, com essa medida, o vice-presidente busca garantir a estabilidade no emprego e o respeito aos direitos dos trabalhadores em empresas públicas.

“Diante dessa situação, a segunda figura política mais poderosa do país impôs, por um lado, uma sanção administrativa ao Ministro da Electricidade, que consiste em 15 dias de salário com efeitos económicos, por sua falta de envolvimento na gestão adequada do sector e, por outro lado, ordenou que os salários sejam pagos esta semana, sem mais justificativas”, lê-se no documento.

O vice-presidente expressou sua preocupação com a falta de directrizes claras sobre quem é o responsável pela gestão operacional e financeira da usina, indicando que essa responsabilidade foi delegada ao director-geral da SEGESA, mas sem uma estrutura bem definida, o que, segundo o político guineense, tem levado a sérias irregularidades administrativas.

Por sua vez, a SEGESA informou que recebeu a ordem de pagamento em 30 de Dezembro, mas a execução não foi concluída devido à falta de elementos administrativos, como as contas bancárias dos funcionários.

 

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