O primeiro-ministro e ministro das Finanças do Governo de Transição da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, garantiu que o país está a criar confiança para que o sector privado cresça, criando mais emprego que o Estado.
Ilídio Vieira Té, que falava aos jornalistas nesta Segunda‑feira em conferência de imprensa sobre o balanço dos 100 dias de governação de transição, sublinhou que a Câmara de Comércio, Indústria e Artesanato (CCIA) deve promover a união para que haja paz e estabilidade.
Referindo-se à infra-estrutura e investimento no aeroporto internacional, reforçou que o turismo será um dos motores da economia futura e destacou eu o aeroporto significa mais turistas, mais hotéis, mais empregos e mais receitas.
O primeiro-ministro de transição abordou a suspensão de todas as actividades e privilégios da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), afirmando que “quem não me respeita, não somos obrigados a respeitar, enquanto Estado soberano”.
Quanto ao possível recenseamento eleitoral, indicou que o Governo defende uma actualização progressiva do recenseamento, por ser mais rápida, económica e eficiente, permitindo eleições mais credíveis.
“O país está a recuperar a sua credibilidade a nível internacional. O governo continuará a dialogar com os seus parceiros e a trabalhar para atrair mais financiamentos para o desenvolvimento”, acrescentou.





