Indicador de clima económico de Angola com evolução ascendente no 4.º trimestre de 2025

O Indicador de Clima Económico de Angola registou uma evolução ascendente no quarto trimestre de 2025 quando comparado com período homólogo e manteve-se acima da média da série, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Os dados indicam que, a tendência favorável do Clima Económico deveu-se, sobretudo, ao aumento das expectativas de crescimento…
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Os dados do INE indicam que a tendência favorável do clima económico deveu-se, sobretudo, ao aumento das expectativas de crescimento nos sectores da Indústria extrativa, Construção, Indústria transformadora, Transportes e serviços auxiliares ao transporte.
Economia

O Indicador de Clima Económico de Angola registou uma evolução ascendente no quarto trimestre de 2025 quando comparado com período homólogo e manteve-se acima da média da série, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados indicam que, a tendência favorável do Clima Económico deveu-se, sobretudo, ao aumento das expectativas de crescimento nos sectores da Indústria extrativa, Construção, Indústria transformadora, Transportes e serviços auxiliares ao transporte.

“A conjuntura económica foi favorável para as empresas do sector da construção. O Indicador apresentou uma tendência crescente e permaneceu em terreno positivo face ao trimestre homólogo”, lê-se no documento.

Segundo a percepção dos empresários, os indicadores que limitam actividade das empresas do sector, nomeadamente o nível elevado da taxa de juro, as dificuldades na obtenção de créditos bancários, o excesso de burocracia e regulamentações estatais, a insuficiência da procura e a falta de materiais, registaram melhorias em relação ao período homólogo.

Para o sector do comércio no quarto trimestre de 2025, a conjuntura foi favorável pois o indicador evoluiu positivamente face ao período homólogo e permaneceu acima da média da série.

“65% dos produtos comercializados foram maioritariamente de origem nacional, contra os 35% de origem estrangeiro”, apontam os empresários.

 

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