Guiné-Bissau reforça posição no mapa mundial da observação oceânica e meteorológica

A Guiné-Bissau está a reforçar a sua posição no mapa mundial da observação oceânica e meteorológica em 2026, com foco na capacitação local, monitorização costeira e parcerias internacionais, informou o Instituto Marítimo Portuário. O país, através do Instituto Marítimo Portuário (IMP) e da Universidade Lusófona da Guiné (ULGB), integra projectos para a recolha de dados…
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A iniciativa insere-se no âmbito da rede internacional FVON-Fishing Vessel Ocean Observing Network, que promove a recolha de dados oceânicos a partir de embarcações de pesca.
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A Guiné-Bissau está a reforçar a sua posição no mapa mundial da observação oceânica e meteorológica em 2026, com foco na capacitação local, monitorização costeira e parcerias internacionais, informou o Instituto Marítimo Portuário.

O país, através do Instituto Marítimo Portuário (IMP) e da Universidade Lusófona da Guiné (ULGB), integra projectos para a recolha de dados oceânicos colaborativos na costa ocidental africana.

“No passado dia 16 de Abril, a Universidade Lusófona da Guiné-Bissau (ULGB) acolheu uma sessão de formação dinamizada pela oceanógrafa do IPMA, Rita Esteves, dedicada à aplicação de um dispositivo de observação oceânica numa embarcação de pesca, que deverá entrar no porto de Bissau no final do mês de Maio”, lê-se no comunicado do IMP.

A iniciativa, segundo o documento, insere-se no âmbito da rede internacional FVON-Fishing Vessel Ocean Observing Network, que promove a recolha de dados oceânicos a partir de embarcações de pesca, contribuindo para o avanço da observação costeira, para uma melhor compreensão das mudanças no oceano e para a melhoria das previsões oceanográficas.

No entanto, refere a nota, a formação contou com a presença de dois elementos do Instituto Marítimo Portuário e elementos da ULGB, que irão integrar a equipa operacional local, que terá a responsabilidade de assegurar o bom estado do equipamento, acompanhar a sua operacionalização e garantir que o dispositivo seja sempre alocado a embarcações em operação, maximizando assim a recolha de dados.

“A iniciativa representa um passo importante para posicionar a Guiné-Bissau e a costa ocidental africana no mapa da observação oceânica colaborativa, reforçando a produção de informação essencial para a monitorização do oceano, a previsão meteorológica de curto prazo, o acompanhamento climático e a gestão sustentável dos recursos marinhos”, conclui.

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