Governo angolano prevê investir 294 milhões de dólares no sistema de abastecimento de água até 2040

O Governo angolano prevê investir cerca de 294 milhões de dólares na modernização, produção e distribuição do sistema de abastecimento de água na província de Cabinda até 2040, informou esta Terça-feira, 11, o director nacional das Parcerias Público-Privadas do Ministério do Planeamento, Wenilton da Paixão, à margem do encontro dedicado à análise de modelos de governação…
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Director nacional das Parcerias Público-Privadas do Ministério do Planeamento disse que o plano está directamente associado à estruturação da primeira Parceria Público-Privada do sector das águas em Angola.
Economia

O Governo angolano prevê investir cerca de 294 milhões de dólares na modernização, produção e distribuição do sistema de abastecimento de água na província de Cabinda até 2040, informou esta Terça-feira, 11, o director nacional das Parcerias Público-Privadas do Ministério do Planeamento, Wenilton da Paixão, à margem do encontro dedicado à análise de modelos de governação e institucionalização das Parcerias Público-Privadas (PPP).

Wenilton da Paixão realçou que este investimento continuará a ser feito pelo Estado angolano via investimento público, pois o que vai ser delegado é a gestão ao parceiro privado.

Segundo disse, esse plano está directamente associado à estruturação da primeira PPP do sector das águas em Angola. No entanto, referiu que o Governo quer garantir que o capital privado investido pelas Parcerias Público-Privadas consigam trazer rendibilidade económica e social para o país.

“Angola passa por grandes reformas, das quais pretende-se criar cada vez mais um ambiente de negócio, um ambiente de investimento transparente, favorável para a atracção de capital privado”, disse.

Portanto, frisou Paixão que é com base neste plano que realizaram este workshop que, para além de transmitir a experiência internacional, vai garantir que o Ministério do Planeamento possa, efectivamente, trazer projectos atractivos ao sector privado para que tragam experiências mais favoráveis à população e melhor prestação de serviço público.

Contudo, o responsável das Parcerias Público-Privadas destacou a transparência e a repartição de riscos entre o sector privado e o público, avançando que os projectos que estão a ser lançados são inequivocamente bancáveis, pois têm essa resposta com estudos de viabilidade já feitos que são financiáveis e sustentáveis.

Já o outro mecanismo, é terem um concurso público aberto, “por exemplo, de Cabinda, é internacional, é aberto, e até dia 5 do corrente mês nós registamos 16 manifestações de interesses privados, dos quais 6 são de operadores nacionais”, salientou Wenilton.

 

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