Arquivo Nacional de Angola recebe acervo documental e fotográfico sobre um dos mais importantes locais arqueológicos do país

O Arquivo Nacional de Angola recebeu um acervo documental e fotográfico sobre o Tchitundu-Hulu, um dos mais importantes locais arqueológicos e de arte rupestre de Angola, localizado no Município do Virei, Província do Namibe, no âmbito de uma parceria que visa contribuir para a preservação, valorização e divulgação deste património cultural. A sua integração no…
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A sua integração no Arquivo Nacional de Angola permitirá criar condições para a preservação, catalogação e disponibilização deste património às futuras gerações.
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O Arquivo Nacional de Angola recebeu um acervo documental e fotográfico sobre o Tchitundu-Hulu, um dos mais importantes locais arqueológicos e de arte rupestre de Angola, localizado no Município do Virei, Província do Namibe, no âmbito de uma parceria que visa contribuir para a preservação, valorização e divulgação deste património cultural.

A sua integração no Arquivo Nacional de Angola, segundo uma nota, permitirá criar condições para a preservação, catalogação e disponibilização deste património às futuras gerações, contribuindo para salvaguardar registos sobre um local que reúne pinturas e gravuras rupestres com mais de 4.000 anos.

O acervo resulta do trabalho de documentação desenvolvido no âmbito do projecto Tchitundu-Hulu, promovido pelo Standard Bank de Angola (SBA), que compreendeu a produção de um documentário e a criação de um banco de imagens sobre o local.

Justino da Glória Ramos, director-geral do Arquivo Nacional de Angola, disse que mais do que um acto formal entre estas duas instituições, este momento representa um compromisso prático com o desenvolvimento integrado de Angola.

“Representa um pacto de cidadania, de salvaguarda da nossa integridade colectiva e uma parceria assente no respeito mútuo, na confiança e no desejo partilhado de ver a nossa sociedade prosperar”, referiu.

Já Carolina Vasconcelos, directora de marketing e marca do Standard Bank de Angola, afirmou que o projecto nasceu da vontade de dar maior visibilidade a um património que considera extraordinário e de contribuir para que a sua importância seja conhecida, valorizada e preservada.

“Ao longo do trabalho desenvolvido, o Banco identificou também a necessidade de garantir que o conhecimento, os registos e os testemunhos recolhidos permanecessem acessíveis e protegidos para as futuras geraçõesˮ, assegurou.

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