O Governo de Timor-Leste reafirmou o seu compromisso com a defesa da liberdade de imprensa, destacando a importância da responsabilidade, do rigor e da ética profissional no exercício do jornalismo, sobretudo num contexto marcado pela rápida disseminação de informações no espaço digital.
A integração foi feita pelo primeiro-ministro timorense, Kay Rala Xanana Gusmão, durante as comemorações do IV Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, realizadas no Centro de Convenções de Díli.
Na ocasião, o chefe do Governo destacou a responsabilidade, a ética profissional e a verificação dos factos como princípios fundamentais para o exercício do jornalismo, sobretudo numa era digital marcada pela rápida circulação de informações e pelos desafios associados à desinformação.
Xanana Gusmão sublinhou a importância de uma comunicação social comprometida com o rigor e a credibilidade, capaz de informar os cidadãos de forma responsável e de contribuir para o fortalecimento da democracia.
A celebração do Dia Nacional da Liberdade de Imprensa constitui, neste sentido, uma oportunidade para reafirmar o papel dos jornalistas na promoção da transparência, na defesa do interesse público e na consolidação das instituições democráticas em Timor-Leste.
A posição do Executivo timorense sublinha a necessidade de promover uma comunicação social livre, independente e responsável, capaz de contribuir para o fortalecimento da democracia, a transparência das instituições e a participação informada dos cidadãos.
Na era digital, em que as informações circulam a uma velocidade cada vez maior, o rigor na verificação dos factos e o combate à desinformação assumem particular relevância para a credibilidade dos órgãos de comunicação social.
O Governo considera, neste sentido, que a liberdade de imprensa deve ser acompanhada pelo respeito pelos princípios éticos e deontológicos da profissão, de modo a garantir que os cidadãos tenham acesso a informações fiáveis, equilibradas e de interesse público.
A reafirmação deste compromisso destaca o papel dos jornalistas e dos órgãos de comunicação social na consolidação do Estado de direito democrático e na promoção de uma sociedade mais informada e participativa.





