TotalEnergies avança com projecto de energia solar na Huíla este ano

A TotalEnergies, grupo do sector petroquímico, vai implementar nos próximos meses um projecto de energia solar na localidade da Kilemba, província da Huíla, que terá a capacidade de produzir 35 megawatts. Esta decisão insere-se na estratégia de transformação energética de Angola. Em declarações à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, à margem do terceiro dia da 37ª Edição…
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O projecto da TotalEnergies, que prevê produzir 35 megawatts de energia solar na Província da Huíla, vai arrancar ao longo dos próximos meses.
Economia

A TotalEnergies, grupo do sector petroquímico, vai implementar nos próximos meses um projecto de energia solar na localidade da Kilemba, província da Huíla, que terá a capacidade de produzir 35 megawatts. Esta decisão insere-se na estratégia de transformação energética de Angola.

Em declarações à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, à margem do terceiro dia da 37ª Edição da Feira Internacional de Luanda, o responsável de comunicação da TotalEnergies, André Teixeira, frisou que a escolha desta província é justificada pelos parceiros com “a localização e a previsão de o Governo angolano vir a reforçar a aposta na energia renovável”.

André Teixeira lembrou também que há vários projectos de interligação de campos a plataformas existentes que deverão reduzir os custos e a intensidade de carbono. O valor do investimento ainda está dependente de uma concertação.

“É uma energia mais limpa, certamente. Portanto, uma energia sustentável e sazonal”, detalha o mesmo responsável. É uma energia que pode estar disponível sem qualquer pegada de carbono envolvida na produção energética, completamente diferente da energia térmica. E especificou que se trata da implementação de painéis solares e baterias.

Conhecendo o mercado angolano, André Teixeira admitiu haver já um ambiente de negócios saudável, acreditando que estão criadas as condições para a estabilidade cambial e benefícios em relação aos investimentos estrangeiros, tendo em consideração os dados avançados pelas autoridades.

Pedro Mbinza

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