Automobilistas moçambicanos deixam de usar cartas de condução provisórias

Mais de 70 mil automobilistas moçambicanos já emitiram cartas de condição biométricas no Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários, que havia suspendido o processo há mais de seis meses. Em causa estava uma dívida com a empresa produtora avaliada em cerca de 40 milhões de meticais (612 mil euros, no câmbio actual). Em comunicado, a instituição…
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Emissão do documentou foi retomada há um mês pelo Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários, que alerta que as cartas de condução do modelo anterior deverão ser usadas até ao fim da sua validade.
Economia

Mais de 70 mil automobilistas moçambicanos já emitiram cartas de condição biométricas no Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários, que havia suspendido o processo há mais de seis meses. Em causa estava uma dívida com a empresa produtora avaliada em cerca de 40 milhões de meticais (612 mil euros, no câmbio actual).

Em comunicado, a instituição garante que os documentos impressos durante o mês de julho, “apresentam novas características visuais diferentes, como a cor e disposição da identificação do condutor”. Nos novos modelos de cartas de condução biométrica, produzidas por uma outra empresa, aumentou-se também o número de dispositivos de segurança, de 13 para 24.

No documento a que Lusa teve acesso, o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários anunciou também a criação de uma plataforma para o envio de mensagens ao utente sobre o estado da sua carta de condução, uma medida que visa garantir flexibilidade e melhoria do atendimento ao público.

“O atendimento nas delegações do INATRO deverá durar no máximo 15 minutos e as reclamações e preocupações deverão ser resolvidas em 48 horas, no máximo. Durante a suspensão, a entidade esteve a produzir cartas de condução temporárias, cuja validade era de três meses”, lê-se no comunicado.

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