Angola: Banco Económico tem novo conselho de administração

A assembleia-geral do Banco Económico (BE) elegeu nesta segunda-feira, 22, em Luanda, um novo board que dirigirá os destinos da instituição bancária nos próximos anos, apurou a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA. Segundo uma fonte próxima à BE, o conselho de administração será presidido por Pedro Cruchinho, sendo ainda composto por Emanuel Buchart Maravilhoso, Sabrina Duarte Carvalho…
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Pedro Cruchinho preside conselho de administração e Carlos Duarte confirmado na liderança da comissão executiva. Nomes dos novos membros devem ser agora submetidos à aprovação do órgão regulador.
Economia

A assembleia-geral do Banco Económico (BE) elegeu nesta segunda-feira, 22, em Luanda, um novo board que dirigirá os destinos da instituição bancária nos próximos anos, apurou a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA.

Segundo uma fonte próxima à BE, o conselho de administração será presidido por Pedro Cruchinho, sendo ainda composto por Emanuel Buchart Maravilhoso, Sabrina Duarte Carvalho e João Batista. Tal como já avançado anteriormente pela FORBES, Carlos Duarte, até aqui PCA da ENSA, foi confirmado como novo CEO da instituição bancária. Integram igualmente a comissão executivo, Jorge Ramos, Elisa Baptista, Katila Santos e Amílcar Barros.

Depois do registo prévio, os nomes dos membros serão agora submetidos ao Banco Nacional de Angola (BNA), órgão regulador do mercado, para avaliação e aprovação, acto indispensável para a legitimar o exercício de funções das individualidades eleitas em assembleia-geral de accionistas.

De recordar que, em Dezembro do ano passado, o banco central – órgão que regula o mercado bancário angolano – deu ‘luz verde’ ao novo plano de recapitalização e reestruturação apresentado pelos accionistas do Económico, advertindo, na altura, que travaria o curso da estratégia, caso essa se mostrasse inviável por qualquer circunstância.

Numa nota divulgada no seu website, o regulador do mercado bancário e financeiro angolano justificou que o objectivo da medida imposta por si é o de garantir a estabilidade do sistema financeiro angolano e a salvaguarda dos interesses dos credores, nomeadamente dos depositantes.

Antes disto, o BNA tinha alertado aos accionistas do Banco Económico para a necessidade de reforço de capital, definindo finais de Novembro último como prazo para os mesmos [accionistas] realizarem o referido aumento de capital. Como não o fizeram, o regulador da banca angolana obrigou-os a apresentarem um novo plano de recapitalização e reestruturação, que acabou por ser entregue, como já referido, e Dezembro de 2022.

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