Galec-Busssiness investe mais de 100 milhões de euros na NET G em Angola

O Grupo Galec-Bussiness, em parceria estratégica com a multinacional tecnológica holandesa Sun Evo Holding B.V, investiu mais de 100 milhões de euros na marca NET G, lançada na passada Quinta-feira, 29, em Luanda, no âmbito de um investimento privado em Angola. A empresa vai funcionar com a sua própria infra-estrutura, sendo que, inicialmente, os serviços…
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A NET G, nova provedora de internt, começa a vender os serviços a partir do dia 10 de Janeiro de 2023, com pacotes para os sectores da educação, transporte e hotelaria.
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O Grupo Galec-Bussiness, em parceria estratégica com a multinacional tecnológica holandesa Sun Evo Holding B.V, investiu mais de 100 milhões de euros na marca NET G, lançada na passada Quinta-feira, 29, em Luanda, no âmbito de um investimento privado em Angola.

A empresa vai funcionar com a sua própria infra-estrutura, sendo que, inicialmente, os serviços estarão disponíveis em 50% da área urbana de Luanda. Durante a fase de expansão, chegarão as províncias de Cabinda, Benguela, Huambo, Huila, Malange, Cuanza Sul, Uíje, Namibe, Lunda Norte e Bengo

O administrador-geral do Grupo Galec-Bussiness, Lauro Furtuna, garantiu estarem criadas todas as condições para que os serviços de internet comecem a ser vendidos na integra a partir do dia 10 de Janeiro de 2023, com pacotes para os sectores da educação, transporte e hotelaria. O objectivo, disse, é impulsionar a economia nacional.

“Nesta primeira fase, o projecto vai gerar 4.100 postos de trabalho, dos quais 1.930 directos e 2.170 indirectos”, assegurou o responsável, que preferiu não falar dos aspectos técnicos da NET G, “por uma questão de estratégia de mercado e da concorrência”.   

A NET G é uma provedora de serviços de internet, que oferece soluções diferenciadas e inovadoras no segmento do serviço de internet. O serviço será direccionado a vários públicos e pretende trazer uma nova dinâmica à economia angolana, visando contribuir para o crescimento da ciência e ensino no país, lê-se numa nota de imprensa enviada à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA.

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