Banco económico de Angola integralmente para esfera privada

O angolano Banco Económico (ex-BESA) passou a ser detido exclusivamente pelo Económico - Fundo de Capital de Risco de Subscrição Particular, integrado pelos maiores depositantes, e aumentou o capital social em 636 milhões de euros, anunciou em assembleia geral a instituição. Desta forma, segundo a Lusa, que cita um comunicado da instituição, o Banco Económico…
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Banco tornou-se integralmente privado, sendo o seu accionista único o Fundo de Capital de Risco de Subscrição Particular, integrado pelos maiores depositantes.
Economia

O angolano Banco Económico (ex-BESA) passou a ser detido exclusivamente pelo Económico – Fundo de Capital de Risco de Subscrição Particular, integrado pelos maiores depositantes, e aumentou o capital social em 636 milhões de euros, anunciou em assembleia geral a instituição.

Desta forma, segundo a Lusa, que cita um comunicado da instituição, o Banco Económico tornou-se integralmente privado, sendo o seu accionista único uma entidade regulada, o que representa um maior alinhamento com as exigências regulatórias actuais.

Esta entidade, explica o documento, é supervisionada pela Comissão do Mercado de Capitais e integra em exclusivo os depositantes que voluntariamente aderiram à iniciativa de recapitalização.

Além do aumento de capital, e tal como previsto nas medidas do Plano de Recapitalização e Reestruturação aprovadas pelo Banco Nacional de Angola (BNA), prossegue a nota citada pela Lusa, a reposição dos fundos próprios foi realizada pela emissão de Títulos de Participação Perpétuos (TPP), com a equivalência deste instrumento a fundos próprios principais.

“Actualmente, estão em curso medidas complementares de recapitalização que preveem um total de fundos próprios regulamentares de 110.917 milhões de kwanzas (260 milhões de euros), para que o BE apresente rácios de solvabilidade em linha com as exigências regulamentares”, a instituição no documento.

O novo accionista do banco deliberou também a nomeação dos novos órgãos sociais para o triénio 2022 a 2024, que terão Pedro Cruchinho, como presidente do Conselho de Administração, e Carlos Duarte, como presidente da Comissão Executiva.

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