Luanda acolhe esta Sexta-feira o 1.º Fórum de Negócios Angola-China

O Ministério da Economia e Planeamento de Angola organiza nesta Sexta-feira, em Luanda, o 1.º Fórum de Negócios Angola China (FONAC), sob o lema “40 anos de cooperação e relações bilaterais”, em parceria com a Embaixada da República Popular da China. Em nota de imprensa, o gabinete de comunicação institucional indica que o evento contará…
ebenhack/AP
Sob o lema “40 anos de cooperação e relações bilaterais”, a iniciativa vai decorrer no Centro de Convenções de Talatona (CCTA), estando prevista a participação de mais de 300 empresários.
Negócios

O Ministério da Economia e Planeamento de Angola organiza nesta Sexta-feira, em Luanda, o 1.º Fórum de Negócios Angola China (FONAC), sob o lema “40 anos de cooperação e relações bilaterais”, em parceria com a Embaixada da República Popular da China.

Em nota de imprensa, o gabinete de comunicação institucional indica que o evento contará com a presença do ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, na abertura, bem como com os Secretários de Estado e vice-governandores, “que vão apresentar às empresas chinesas as oportunidades de investimento que existem nos diferentes sectores e províncias do país”, bem como o embaixador da China em Angola, Gong Tao, e os presidentes das Câmaras de Comércio dos dois países.

No final de Junho, em entrevista à agência de notícias chinesa XINHUA, o presidente da Câmara de Comércio Angola-China, Luís Cupenala, afirmou que o fórum “será um palco para o fortalecimento das relações político-diplomáticas e comerciais entre os dois países, bem como a avaliação dos 40 anos de relações mútuas”, que classifica como “bastante consistentes e importantes”.

No continente africano, Angola é considerado o segundo maior parceiro da China, somando 13 anos de cooperação e parceria estratégica.

A iniciativa vai decorrer a partir das 08h00, no Centro de Convenções de Talatona (CCTA), Luanda, estando prevista a participação de mais de trezentos empresários angolanos e chineses.

*Inês Amado, Jornal Económico

Mais Artigos