Fundo Sino-Lusófono investiu 500 milhões de USD em países de língua portuguesa

O Fundo de Cooperação e Desenvolvimento China-Países de Língua Portuguesa (PLP) já investiu 500 milhões de dólares nos países de língua portuguesa, revelou na última Sexta-feira, 20 de Outubro, o seu presidente, Shi Wenju. “Já investimos 500 milhões”, afirmou o presidente do Fundo criado há 10 anos pelo Banco de Desenvolvimento da China e pelo…
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Secretário-geral do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os PLPs, Ji Xianzheng, tinha estimado um investimento concreto de 60% dos mil milhões de dólares disponíveis no fundo.
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O Fundo de Cooperação e Desenvolvimento China-Países de Língua Portuguesa (PLP) já investiu 500 milhões de dólares nos países de língua portuguesa, revelou na última Sexta-feira, 20 de Outubro, o seu presidente, Shi Wenju.

“Já investimos 500 milhões”, afirmou o presidente do Fundo criado há 10 anos pelo Banco de Desenvolvimento da China e pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Macau.

O secretário-geral do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os PLPs (Fórum de Macau), Ji Xianzheng, tinha estimado, recentemente, um investimento concreto de 60% dos mil milhões de dólares disponíveis no fundo.

Shi Wenju, que falava durante um seminário financeiro por ocasião do 20º aniversário do Fórum de Macau, explicou que a maior parte destes projectos já conseguiram abranger todos os PLP, em áreas como energia limpa, infra-estruturas, agricultura, indústria de transformação, entre outras.

Presente no evento, o secretário de Estado da Economia de Portugal, Pedro Cilínio, defendeu a necessidade de se reflectir sobre os mecanismos de financiamento existentes no Fórum de Macau, com “natural ênfase” para o fundo Sino-Lusófono.

“Acreditamos que há espaço para este instrumento financeiro intensificar o apoio ao tecido empresarial dos países participantes do Fórum de Macau, caracterizado por uma forte predominância de pequenas e médias empresas.

As regras de acesso ao capital têm sido criticadas por países membros da estrutura multilateral. Segundo a Lusa, em Junho, a embaixadora de Moçambique em Pequim, Maria Gustava, pediu à China flexibilidade no acesso aos fundos existentes, apontando a necessidade de mudanças.

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