Air Mozambique é a nova designação da LAM

A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) passou nesta Sexta-feira a operar sob a marca comercial Air Mozambique, com a entrada em serviço da primeira de mais duas aeronaves, ambas Embraer 190, no âmbito do processo de recuperação da transportadora estatal. Segundo um comunicado do Ministério dos Transportes e Logística, a aeronave "Limpopo" realizou hoje o…
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Ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, enquadra o investimento na estratégia do Governo de reforço da mobilidade e da integração económica e territorial do país.
Economia

A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) passou nesta Sexta-feira a operar sob a marca comercial Air Mozambique, com a entrada em serviço da primeira de mais duas aeronaves, ambas Embraer 190, no âmbito do processo de recuperação da transportadora estatal.

Segundo um comunicado do Ministério dos Transportes e Logística, a aeronave “Limpopo” realizou hoje o voo inaugural entre Maputo e Nacala, na província de Nampula, tornando-se a primeira de mais duas aeronaves adquiridas pela companhia a entrar em operação ostentando já a nova designação comercial Air Mozambique.

Acrescenta que a segunda, batizada “Zambeze”, deverá juntar-se à frota numa fase posterior.

O ministério indica que a introdução da nova marca e o reforço da frota inserem-se no plano de reestruturação e recuperação da LAM, que visa aumentar a eficiência operacional, garantir a sustentabilidade financeira da empresa e melhorar a qualidade e regularidade dos serviços prestados aos passageiros.

Sob a designação Air Mozambique, a transportadora passa também a apresentar uma nova identidade visual, associada à estratégia de transformação da companhia, lançada há um ano como prioridade pelo Presidente moçambicano, Daniel Chapo.

A cerimónia de entrada em operação da aeronave foi presidida pelo ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, que enquadrou o investimento na estratégia do Governo de reforço da mobilidade e da integração económica e territorial do país.

“Moçambique é um país extenso, com os seus principais centros de actividade económica distribuídos por diferentes regiões. Por isso, a circulação de pessoas, bens, serviços e factores de produção é uma condição fundamental para o funcionamento da economia”, afirmou Matlombe, citado no comunicado.

O governante, citado pela Lusa, recordou os desafios enfrentados pela companhia nos últimos anos, salientando que a recuperação da transportadora exigiu medidas estruturantes, incluindo a reorganização da empresa, o controlo de custos, a melhoria dos processos de gestão, a racionalização das operações e o reforço da capacidade operacional.

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