Angola já começou a testemunhar uma dinâmica em termos de surgimento e valorização de start-ups, contribuindo significativamente para o crescimento da economia, afirmou o presidente do conselho de administração do Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), João Nkosi.
Apesar do impacto da pandemia no sector da economia a nível mundial, do ponto de vista da tecnologia e inovação, muitas start-ups conseguiram “efectivamente” trazer vários serviços para a população do país, garante o gestor em entrevista à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, a margem de um whorkshop que, recentemente, analisou em Luanda o papel das instituições do ensino superior no desenvolvimento do agronegócio.
“Nós, recentemente, estivemos no Brasil, onde formos perceber de que forma fomentou o surgimento de start-ups, porque tem uma lei só direccionada à start-up. Aqui, em Angola, o INAPEM está a trabalhar em várias iniciativas que irão culminar com a ainda mais valorização de start-ups. Estamos a mapear todas as incubadoras e temos uma iniciativa denominada “envolver”, que já começou a reflectir sobre as incubadoras”, explicou.
João Nkosi anunciou, por outro lado, que na próxima edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), o instituto que lidera vai criar um espaço em que se vai discutir a relevância das start-ups em Angola.
Pedro Mbinza





