BM defende reformas para o desenvolvimento do sector privado moçambicano

A vice-presidente do Banco Mundial para a África Oriental e Austral, Victoria Kwakwa, defendeu a intensificação de reformas favoráveis ao desenvolvimento do sector privado em Moçambique, visando a aceleração do crescimento económico do país. Victoria Kwakwa realçou a importância do sector privado no crescimento económico, durante um encontro realizado há dias, em Washington, com o…
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A vice-presidente do Banco Mundial para África Oriental e Austral recomendou que o país continue a implementar reformas, com destaque para as que permitam o florescimento do sector privado.
Economia

A vice-presidente do Banco Mundial para a África Oriental e Austral, Victoria Kwakwa, defendeu a intensificação de reformas favoráveis ao desenvolvimento do sector privado em Moçambique, visando a aceleração do crescimento económico do país.

Victoria Kwakwa realçou a importância do sector privado no crescimento económico, durante um encontro realizado há dias, em Washington, com o ministro da Economia e Finanças moçambicano, Max Tonela, no âmbito dos encontros de primavera entre instituições financeiras internacionais e governos.

De acordo com um comunicado do Ministério da Economia e Finanças, a vice-presidente do BM para África Oriental e Austral recomendou que o país continue a implementar reformas, com destaque para as que permitam o florescimento do sector privado.

Segundo a Lusa, Victoria Kwakwa também destacou a importância de as autoridades moçambicanas continuarem a apostar em políticas de promoção da diversificação da economia e na implementação eficiente do Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE).

O referido pacote foi anunciado em Agosto último pelo Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e compreende um conjunto de medidas de âmbito fiscal, financeiro, económico e administrativo, visando estimular a recuperação e aceleração do crescimento do país.

Na reunião de Washington com a vice-presidente do Banco Mundial, o ministro da Economia e Finanças de Moçambique deu conta das perspectivas de crescimento do país e dos desafios impostos pelo impacto negativo das calamidades naturais, com enfoque no efeito do ciclone Freddy e das inundações.

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