Cabo Verde garante acompanhamento “criterioso de desempenho” para aplicar apoio financeiro do FMI

O Governo de Cabo Verde criou uma equipa de gestão para o acompanhamento de forma a assegurar com maior critério de desempenho e “metas” para linha de crédito de 60 milhões de dólares aprovada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo o extrato de um despacho do vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, que entrou em vigor…
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Cabo Verde garante critérios de desempenho para aplicar apoio do FMI de 60 milhões de dólares, segundo o despacho o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, que entrou em vigor em 08 de Julho.
Economia

O Governo de Cabo Verde criou uma equipa de gestão para o acompanhamento de forma a assegurar com maior critério de desempenho e “metas” para linha de crédito de 60 milhões de dólares aprovada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

Segundo o extrato de um despacho do vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, que entrou em vigor em 08 de julho, em causa está o acordo ao abrigo da Linha de Crédito Alargada (ECF) aprovado em junho, “por unanimidade” pelo FMI, para o período de Junho de 2022 a Junho de 2025.

Na resolução, o Governo, através do vice-primeiro-ministro, Olavo Correia, cria uma equipa de gestão para “assegurar a coordenação e um bom acompanhamento do cumprimento das metas” deste programa de assistência financeira, que será liderada pelo diretor nacional do Planeamento, Gilson Pina.

“A implementação do programa apoiado pela ECF será acompanhada com base em critérios de desempenho, metas indicativas e indicadores de referência estruturais”, informa o documento.

O governante realça ainda que o programa “proporcionará um quadro para a implementação das reformas previstas no Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável”, elaborado pelo Governo para o período 2022 a 2026, que “visa desenvolver um turismo inclusivo, beneficiando todas as ilhas”, ainda “transformar Cabo Verde num centro de transportes aéreos e num centro internacional de negócios”, bem como “criar uma plataforma financeira internacional” e “desenvolver uma plataforma digital para a inovação tecnológica”.

O Governo pretende igualmente desenvolver através deste programa a zona económica especial para a economia marítima, bem como apostar em “desenvolver energia das ondas e tecnologias de dessalinização”, bem como “apoiar oportunidades de investimento desenvolvidas localmente ou pela diáspora”.

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