China e Portugal entregam à Guiné-Bissau primeiro laboratório de autópsia forense

A Guiné-Bissau tem agora o seu primeiro laboratório de autópsia forense, uma infra-estrutura cedida e equipada pela China e cujos técnicos foram formados por Portugal, anunciou o director da Polícia Judiciária guineense. Domingos Correia afirmou que o laboratório, instalado no Simão Mendes, em Bissau, principal hospital da Guiné-Bissau, “vai ajudar” a Polícia Judiciária (PJ) “na…
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Guiné-Bissau tem agora o seu primeiro laboratório de autópsia forense, uma infra-estrutura cedida e equipada pela China e cujos técnicos foram formados por Portugal.
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A Guiné-Bissau tem agora o seu primeiro laboratório de autópsia forense, uma infra-estrutura cedida e equipada pela China e cujos técnicos foram formados por Portugal, anunciou o director da Polícia Judiciária guineense.

Domingos Correia afirmou que o laboratório, instalado no Simão Mendes, em Bissau, principal hospital da Guiné-Bissau, “vai ajudar” a Polícia Judiciária (PJ) “na busca da verdade material dos factos e dar dignidade aos cidadãos” guineenses.

Segundo o responsável, o equipamento faz parte da reforma em curso na PJ e ajudará a responder aos “desafios complexos” no domínio da criminalidade contemporânea através de abordagens científicas e melhoria na qualidade dos laudos periciais (documentos técnicos elaborados por peritos, fundamentais em processos judiciais).

Domingos Correia enalteceu a “generosa doação” feita pelo Governo chinês que disse representar “um símbolo da solidariedade e cooperação internacional” alinhados com os esforços da modernização da Justiça na Guiné-Bissau.

“É imperativo igualmente destacar o papel crucial da cooperação portuguesa através do Instituto Nacional da Medicina Legal e Ciências Forenses na formação especializada que os nossos polícias receberam e que vai ser fundamental para o êxito deste empreendimento”, notou o diretor nacional da PJ guineense.

Domingos Correia, citado pela Lusa, salientou a formação em Portugal de um médico-legal e um tanatologista como provas de “elevação do nível das capacidades forenses” daquela polícia.

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