Christine Lagarde deixa liderança do BCE em Fevereiro de 2027

Christine Lagarde vai deixar a presidência do Banco Central Europeu (BCE) em 7 de Fevereiro de 2027, antecipando em cerca de oito meses o fim do mandato, previsto para Outubro do mesmo ano. O anúncio foi feito pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa, que indicou o início imediato do processo de escolha do sucessor.…
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O Banco Central Europeu prepara uma mudança antecipada na sua liderança, depois de Christine Lagarde ter comunicado a intenção de deixar o cargo em Fevereiro de 2027, antes do termo do mandato previsto para Outubro.
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Christine Lagarde vai deixar a presidência do Banco Central Europeu (BCE) em 7 de Fevereiro de 2027, antecipando em cerca de oito meses o fim do mandato, previsto para Outubro do mesmo ano.

O anúncio foi feito pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa, que indicou o início imediato do processo de escolha do sucessor.

“Fui informado por Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE), da sua intenção de deixar o cargo no dia 07 de fevereiro de 2027. Respeito a sua decisão”, escreveu António Costa numa publicação nas redes sociais, segundo a Lusa.

Lagarde lidera o BCE desde Novembro de 2019. A saída antecipada abre caminho à escolha de uma nova liderança para a instituição responsável pela política monetária da zona euro, num contexto em que as decisões sobre taxas de juro e estabilidade dos preços continuam a ter impacto directo no financiamento, no consumo e no investimento.

António Costa afirmou que o processo de nomeação começaria de imediato, com o objectivo de assegurar uma transição harmoniosa e permitir uma decisão atempada pelo Conselho Europeu.

Num vídeo divulgado nas redes sociais, Lagarde descreveu a liderança do BCE como “um enorme orgulho e um imenso privilégio” e agradeceu a todos os que contribuíram para a missão da instituição, centrada na estabilidade dos preços e financeira.

“Penso que deixo esta instituição com a sensação de dever cumprido e com um BCE preparado para o futuro”, declarou.

A sucessão será acompanhada de perto pelos mercados, uma vez que a futura liderança terá influência na comunicação e na condução da política monetária da zona euro. Até à escolha do sucessor, porém, não há indicação no anúncio de alterações imediatas à orientação do BCE.

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