Congresso PSD debate criação de Ministério da Lusofonia e Comunidades

A relação de Portugal com todos os portugueses que vivem no estrangeiro” vai a debate este fim de semana no Congresso do PSD. A proposta temática, intitulada de “Lusofonia e Comunidades Portuguesas: uma reflexão para o futuro”, tem como primeiro subscritor o ex-secretário de Estado das Comunidades Portuguesas e ex-deputado do PSD pelo círculo da…
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Para os subscritores da proposta chegou “o momento de refletir sobre a possibilidade de o nosso país vir a ter na organização do seu Governo uma tutela ministerial capaz de alavancar a força da Lusofonia e das comunidades portuguesas, em favor da afirmação externa do país”.
Economia

A relação de Portugal com todos os portugueses que vivem no estrangeiro” vai a debate este fim de semana no Congresso do PSD.

A proposta temática, intitulada de “Lusofonia e Comunidades Portuguesas: uma reflexão para o futuro”, tem como primeiro subscritor o ex-secretário de Estado das Comunidades Portuguesas e ex-deputado do PSD pelo círculo da Europa Carlos Gonçalves.

Para os subscritores da proposta chegou “o momento de refletir sobre a possibilidade de o nosso país vir a ter na organização do seu Governo uma tutela ministerial capaz de alavancar a força da Lusofonia e das comunidades portuguesas, em favor da afirmação externa do país”.

Além de reforçar a relação com os portugueses no estrangeiro, a criação deste ministério, segundo o documento, potenciaria a influência de Portugal no mundo.

Frisando que as competências teriam de ser articuladas com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com outros ministérios, esta nova pasta daria “um sinal claro da importância da língua e das comunidades num tempo de enormes desafios para Portugal, sobretudo no plano internacional”.

Áreas como a emigração, a política consular, o associativismo, o ensino do português no estrangeiro e a acção cultural externa, incluindo o instituto Camões, além de acompanhar o Conselho das Comunidades Portuguesas, o Conselho da Diáspora e a Rede de Câmaras de Comércio Portuguesas no Mundo estariam sob alçada deste novo ministério.

Na sua opinião, diz a Lusa, agregar o ensino do português no estrangeiro e a acção cultural externa num só ministério “permite racionalizar meios que estão hoje dispersos, eliminar redundâncias e projectar Portugal no mundo com uma só voz” e uma língua que “é falada actualmente por mais de 260 milhões de pessoas em quatro continentes”.

 

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