Sentados lado a lado num café da moda em Manhattan, onde um copo de sumo natural de ananás e cenoura custa 9 dólares, os co-fundadores de 29 anos do fundo de investimento em criptomoedas Multicoin Capital entretêm-se a avaliar as moedas digitais que estão a vender. Poderão ganhar milhões se as moedas virtuais acumularem valor. “Daqui a dois anos, a zcash valerá zero”, diz Kyle Samani, sobre a criptomoeda focada na privacidade que leva três anos de vida. Atualmente, a zcash é negociada a 66 dólares (cerca de 60 euros).
A pesquisa levada a cabo indica que poucos utilizadores da zcash têm tirado partido dos seus principais recursos de privacidade. Pior, outras plataformas de criptomoedas, como a ethereum, têm vindo a copiar a tecnologia de privacidade da zcash. Um porta-voz atesta que “se alguém procura um meio de troca particular, tem aqui uma moeda virtual imbatível.”
O outro co-fundador, Tushar Jain, está ansioso por encontrar outra criptomoeda popular que a dupla de empresários considere inútil. “Temos poucas XRP negociadas em bolsa”, diz ele, referindo-se à moeda criada pela Ripple, uma empresa de São Francisco, para acelerar as transacções interbancárias.
Saiba mais na Forbes Junho/Julho.
No mundo das criptomoedas

Sentados lado a lado num café da moda em Manhattan, onde um copo de sumo natural de ananás e cenoura custa 9 dólares, os co-fundadores de 29 anos do fundo de investimento em criptomoedas Multicoin Capital entretêm-se a avaliar as moedas digitais que estão a vender. Poderão ganhar milhões se as moedas virtuais acumularem valor.…
ebenhack/AP
Quer ganhar dinheiro no louco, opaco e ineficiente mercado das criptomoedas? Comece por desafiar todos os pressupostos, todas as notícias e sabedoria que circula nas redes sociais.
Mais Artigos
PCA do FGC de Angola distinguido com título de Diplomata Civil da Organização Jethro International
Por
Pedro Mbinza

Assembleia angolana aprova Lei do Código de Imposto sobre Rendimentos das Pessoas Singulares
Por
Napiri Lufania

PR moçambicano defende combate à corrupção
Por
Forbes Staff

Desnutrição afecta 40% das crianças em Angola
Por
Francisco de Andrade

