Daniel Chapo defende turismo de golfe como uma das apostas estratégicas

O Presidente da República, Daniel Chapo, defendeu esta semana o turismo de golfe como uma das apostas estratégicas para impulsionar a diversificação da economia moçambicana, atrair investimento, criar emprego e reforçar a posição do país como destino turístico de referência em África. A posição foi manifestada durante a abertura da V Edição do Presidential Golf…
ebenhack/AP
Chefe do Estado destacou que Moçambique possui condições privilegiadas para se afirmar como um destino turístico competitivo, graças à sua extensa costa marítima, riqueza natural, diversidade cultural e reconhecida hospitalidade do seu povo.
Economia

O Presidente da República, Daniel Chapo, defendeu esta semana o turismo de golfe como uma das apostas estratégicas para impulsionar a diversificação da economia moçambicana, atrair investimento, criar emprego e reforçar a posição do país como destino turístico de referência em África.

A posição foi manifestada durante a abertura da V Edição do Presidential Golf Day, do First Lady Golf Classic e do Kids Golf Series 2026, eventos realizados no Clube de Golfe da Polana, em Maputo, que reuniram participantes nacionais e estrangeiros, incluindo representantes de vários países africanos e dos Estados Unidos da América.

Na sua intervenção, o Chefe do Estado destacou que Moçambique possui condições privilegiadas para se afirmar como um destino turístico competitivo, graças à sua extensa costa marítima, riqueza natural, diversidade cultural e reconhecida hospitalidade do seu povo.

Segundo Daniel Chapo, o turismo deve ser encarado como um instrumento de transformação económica capaz de gerar oportunidades para milhares de cidadãos, estimular o empreendedorismo e fortalecer o desenvolvimento das comunidades locais.

“O nosso objectivo é transformar estas vantagens naturais numa verdadeira alavanca para o desenvolvimento sustentável de Moçambique”, afirmou.

O Presidente sublinhou ainda que o golfe deixou de ser apenas uma modalidade desportiva para assumir um papel crescente na promoção do turismo, na atracção de investidores e na dinamização da diplomacia económica.

De acordo com o governante, a modalidade oferece oportunidades significativas para a criação de riqueza e para o fortalecimento de sectores complementares, como hotelaria, transportes, imobiliário turístico, comércio e pequenas e médias empresas.

Daniel Chapo destacou igualmente o desempenho positivo do sector turístico, revelando que Moçambique recebeu cerca de 1,2 milhão de visitantes em 2025, ao mesmo tempo que continua a captar investimentos em diferentes regiões do país.

Neste contexto, reiterou a aposta do Governo em transformar Vilankulo e a província de Inhambane num dos principais polos turísticos nacionais, recordando que a região foi declarada Zona Especial de Turismo de Golfe.

Segundo explicou, esta estratégia visa acelerar o desenvolvimento regional, gerar emprego, estimular cadeias de valor locais e criar novas oportunidades económicas para as comunidades.

“A nossa visão é transformar Inhambane num grande centro turístico capaz de impulsionar o crescimento económico e atrair investimento para várias regiões do país”, afirmou.

O Presidente salientou ainda que o turismo de golfe movimenta anualmente centenas de milhares de milhões de dólares a nível global, representando uma oportunidade para Moçambique captar parte deste mercado e consolidar a sua posição no panorama turístico internacional.

Dirigindo-se aos investidores, empresários e operadores turísticos presentes no evento, Daniel Chapo renovou o convite para que continuem a apostar no país, reafirmando o compromisso do Governo em criar um ambiente favorável ao investimento e à diversificação económica.

O chefe do Estado defendeu igualmente uma estratégia integrada de desenvolvimento que combine turismo, agricultura, indústria, energia, logística e transportes como pilares do crescimento sustentável.

“Temos confiança no futuro de Moçambique e na capacidade do nosso povo de transformar potencial em prosperidade”, concluiu.

Mais Artigos