Empresas moçambicanas fecham primeiro trimestre deste ano com robustez a cair de 29% para 27%

As empresas moçambicanas registaram, nos primeiros três meses deste ano, uma queda no Índice de Robustez Empresarial, mecanismo de avaliação de solidez das companhias do país criado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA). No período, o índice caiu de 29% para 27%, de acordo com aquele organismo associativo. A CTA justifica a queda…
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Contas são da entidade que congrega as associações económicas do país e mostram que a contracção reflecte, em parte, o "efeito combinado" das calamidades naturais, além da subida da inflação.
Economia

As empresas moçambicanas registaram, nos primeiros três meses deste ano, uma queda no Índice de Robustez Empresarial, mecanismo de avaliação de solidez das companhias do país criado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA). No período, o índice caiu de 29% para 27%, de acordo com aquele organismo associativo.

A CTA justifica a queda com o “efeito combinado” das calamidades naturais, a subida da inflação e o aumento de custos de matérias-primas (petróleo, trigo e óleo alimentar), “em grande parte explicado pelas distorções causadas pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia”, cde acordo com uma nota da associação, citada pela Lusa.

Do lado positivo, os empresários destacam o alívio de restrições relacionadas com a covid-19.

Ao nível dos componentes do índice, o indicador de emprego evidenciou um abrandamento (de 125,9 para 115 pontos) entre o quarto trimestre de 2021 e o primeiro deste ano.

Na prática, obter emprego em Moçambique passou a ser “relativamente mais difícil” no primeiro trimestre de 2022 e, por outro lado, as empresas moçambicanas mostraram-se mais dispostas a contratar trabalhadores temporários do que trabalhadores permanentes.

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