A República Guiné-Bissau ratificou o acordo para integração na Zona de Comércio Livre Continental Africana, anunciou nesta Quarta-feira, 28, o Ministério dos Negócios Estrangeiros guineense, numa mensagem divulgada na rede social Facebook.
Na mesma publicação, o Ministério dos Negócios Estrangeiros refere que “já depositou o seu instrumento de ratificação”.
O acordo para a criação da Zona de Comércio Livre Continental Africana tem, segundo o Banco Mundial, potencial para tirar 30 milhões de africanos da pobreza extrema, aumentar o rendimento de África, bem como as exportações e promover o pagamento de salários maiores às mulheres, aos trabalhadores qualificados e não qualificados.
No caso da Guiné-Bissau, o Banco Mundial refere que, por exemplo, a taxa de pobreza cairia de 37,9% para 27,7%. A instituição assegura ainda que o acordo vai criar a maior zona de comércio livre do mundo, medida pelo número de países participantes, e que tem potencial para retirar 30 milhões de pessoas da pobreza extrema, se forem adoptadas reformas políticas e comerciais significativas.
A Guiné-Bissau é o 44.º país a ratificar o acordo, que assinou em Fevereiro de 2019, de acordo com Lusa.





