João Lourenço reconhece dificuldades, mas reafirma compromisso com melhoria das condições dos trabalhadores

O Presidente da República de Angola, João Lourenço, reafirmou nesta Sexta-feira o compromisso do Executivo com a melhoria das condições de vida dos trabalhadores angolanos, reconhecendo, contudo, a persistência de constrangimentos económicos que continuam a limitar o alcance dessas políticas. Numa mensagem alusiva ao Dia Internacional do Trabalhador, que hoje se assinala, o Chefe de…
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Assinalando o Dia Internacional do Trabalhador, o Presidente angolano põe o foco na centralidade da força laboral para a economia, ao mesmo tempo que admite constrangimentos e aponta para a continuidade das políticas de protecção e valorização do emprego.
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O Presidente da República de Angola, João Lourenço, reafirmou nesta Sexta-feira o compromisso do Executivo com a melhoria das condições de vida dos trabalhadores angolanos, reconhecendo, contudo, a persistência de constrangimentos económicos que continuam a limitar o alcance dessas políticas.

Numa mensagem alusiva ao Dia Internacional do Trabalhador, que hoje se assinala, o Chefe de Estado sublinhou o papel estruturante da força laboral no funcionamento da economia, classificando os trabalhadores como “a base produtiva e o elo orgânico da estrutura social”, num momento em que Angola procura consolidar a diversificação económica e reforçar a inclusão social.

O posicionamento surge num contexto em que o mercado de trabalho continua a enfrentar desafios estruturais, desde a informalidade elevada à pressão sobre o rendimento real das famílias, o que reforça a centralidade das políticas públicas orientadas para o emprego e protecção social.

Segundo o Presidente, o Executivo tem procurado responder a esse quadro através da promoção de emprego com remuneração adequada e da criação de instrumentos legais destinados a proteger os trabalhadores contra diferentes formas de exploração. A mensagem, divulgada pelos canais oficiais da Presidência, destaca ainda o esforço contínuo para assegurar melhores condições para as famílias angolanas.

Para além da dimensão política, a efeméride é apresentada como um momento de reconhecimento do contributo, frequentemente invisível, dos trabalhadores para a produção de bens e serviços essenciais, sublinhando o seu papel no funcionamento da economia real.

A mensagem termina com uma saudação extensiva a todos os trabalhadores angolanos, reconhecendo o seu contributo para o desenvolvimento interno e para a projecção internacional do país, um elemento cada vez mais relevante numa economia que procura afirmar-se em novos sectores e cadeias de valor.

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