Millennium Atlântico disponibiliza 250 milhões kz a pescadores artesanais no Namibe

O Banco Millennium Atlântico disponibilizou, há dias, na cidade de Moçâmedes, uma linha de crédito para a Associação Provincial de Cooperativas de Pesca Artesanal do Namibe, no valor de 250 milhões de kwanzas, cerca de 303,5 mil dólares. Segundo um comunicado enviado à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, o financiamento enquadra-se no “Projecto Malembe-Malembe” de apoio às…
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O Banco Millennium Atlântico considera as cooperativas representativas dos pescadores, com conhecimento no terreno, "imprescindíveis" na busca das melhores soluções de financiamento.
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O Banco Millennium Atlântico disponibilizou, há dias, na cidade de Moçâmedes, uma linha de crédito para a Associação Provincial de Cooperativas de Pesca Artesanal do Namibe, no valor de 250 milhões de kwanzas, cerca de 303,5 mil dólares.

Segundo um comunicado enviado à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, o financiamento enquadra-se no “Projecto Malembe-Malembe” de apoio às Pequenas e Médias Empresas (PME), em linha com o Aviso 10/2022 do Banco Nacional de Angola (BNA), de suporte à diversificação da economia.

O presidente da comissão executiva do Banco Millennium Atlântico, Miguel Raposo Alves, citado na nota, diz que o banco apoia, de uma maneira geral, o sector produtivo com soluções flexíveis ajustadas às necessidades do perfil de risco dos clientes.

“No caso do apoio ao sector das pescas no Zaire e agora no Namibe é a manifestação do nosso compromisso em apoiar o desenvolvimento do sector primário, que tem constantes necessidades de investimento”, frisou.  

Já Isabel Espírito Santo, administradora executiva com responsabilidades na área comercial da mesma instituição, realçou a importância deste acordo com a associação do Namibe, uma área costeira do país tradicionalmente ligada à pesca.

“A actividade pesqueira é fundamental na economia da província, sendo nossa intenção contribuir para impulsionar ainda mais esta indústria e as comunidades envolvidas. É intenção do banco criar ferramentas que diminuam o risco e ajudem os pescadores a concretizarem os seus projectos de acordo com a realidade de cada operador”, reforçou.

O Banco Millennium Atlântico considera as cooperativas locais representativas dos pescadores, com conhecimento no terreno, “imprescindíveis” na busca das melhores soluções de financiamento e melhores políticas para apoio aos armadores, pescadores, ao negócio das pescas e ao valor da economia do mar.

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