Moçambique arrecada 22,7 milhões de euros durante período das festas

Um total de 311.740 turistas visitaram Moçambique durante o período das festas, gerando uma receita de 1,7 mil milhões de meticais (22,7 milhões de euros), segundo o balanço preliminar do Ministério da Economia. “Na área do turismo, o país acolheu 311.740 hóspedes, cerca de 2,3% acima do que tinha sido previsto, gerando cerca de 1,7…
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“Na área do turismo, o país acolheu 311.740 hóspedes, cerca de 2,3% acima do que tinha sido previsto, gerando cerca de 1,7 mil milhões de meticais em termos de receita”, avançou o director nacional do Comércio e Prestação de Serviços no Ministério da Economia.
Economia

Um total de 311.740 turistas visitaram Moçambique durante o período das festas, gerando uma receita de 1,7 mil milhões de meticais (22,7 milhões de euros), segundo o balanço preliminar do Ministério da Economia.

“Na área do turismo, o país acolheu 311.740 hóspedes, cerca de 2,3% acima do que tinha sido previsto, gerando cerca de 1,7 mil milhões de meticais em termos de receita”, avançou o director nacional do Comércio e Prestação de Serviços no Ministério da Economia, Joel Nhassengo, ao apresentar o balanço preliminar sobre a época das festas.

Segundo o responsável, durante o período das festas, desde 15 de Dezembro, foram realizados no país 199 eventos de passagem de ano, com 160.218 participantes, sobretudo nos destinos turísticos costeiros, cuja taxa de ocupação de estâncias turísticas variou entre 33 e 100%.

O responsável fez saber que o período das festas foi caraterizado por elevada mobilidade populacional e intensificação da actividade económica, com o Governo a assegurar a estabilidade de preços e da disponibilidade dos serviços e produtos.

“De forma geral, o período festivo decorreu com tranquilidade e normalidade no funcionamento da economia. Registaram-se algumas ocorrências pontuais, sobretudo associadas ao aumento da circulação rodoviária e transfronteiriça e a pressão sobre determinados serviços e essas situações foram prontamente acompanhadas pelas autoridades competentes através de respostas coordenadas”, disse Joel Nhassengo, garantindo que se assegurou a continuidade de prestação de serviços em todo o país.

Por seu turno, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), que congrega o sector privado, destacou o crescimento do turismo e do comércio neste período, elogiando a atuação da segurança para garantir a circulação de pessoas e bens com tranquilidade.

“Os resultados do turismo foram encorajadores, porque foram impulsionados pela forte procura dos destinos associados a estabelecimentos de sol de praia bem como safari, turismo cultural, de natureza que representam a maior fatia na procura do turismo neste período”, disse Vasco Manhiça, do pelouro do turismo da CTA, indicando que os estabelecimentos turísticos das cidades registaram um decréscimo na procura face aos das zonas costeiras.

Os empresários avançaram que os números referentes ao turismo voltaram a subir neste período, contrariando os dados do ano anterior, em que o sector foi afectado pelos protestos pós-eleitorais, quando estava ainda a recuperar dos efeitos da pandemia de covid-19.

Já a Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) de Moçambique suspendeu pelo menos 93 estabelecimentos económicos e comerciais, com destaque para os de restauração e bebidas, por incumprimento de normas de higiene, segurança e limpeza.

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