O Índice de Preços dos Materiais de Construção (IPMC) apresentou uma variação de 1,6% em Outubro face ao mês de Setembro do ano em curso, de acordo com a Folha de Informação Rápida, do Instituto Nacional de Estatística (INE) do país, a que a FORBES teve acesso.
Segundo o documento que apresenta os resultados mensais do IPMC, a taxa de variação homóloga de Outubro último em relação ao mesmo mês de 2020, fixou-se em 20,7%, enquanto a variação acumulada no período de Dezembro 2020 a Outubro de 2021 foi de 12,3%. O INE diz que nas variações homólogas, entre os grupos de materiais de construção, o alumínio foi que registou maior aumento nos preços, com 28,2%, seguidos pelo betão pronto (27,8%), Vigas, Vigotas e Ripas (27,4%) e Madeira e Contraplacado, com 24,6%.
Por outro lado, os grupos de materiais que mais contribuíram na variação do IPMC no mês de Outubro são a areia, com 1,0 ponto percentual (pp), Aço (0,7 pp), cimentos e aglomerantes (0,3 pp), alumínios, betão pronto e tubagem e acessórios de plástico, com 0,1 pp cada, e os demais grupos observaram contribuições inferiores a 0,1 pp.
O INE esclarece na sua Folha de Informação Rápida que os mercados e estabelecimentos de recolha foram formais e informais, onde são comercializados os materiais destinados à construção de habitações, edifícios residenciais e não residenciais, estradas e outras obras de infra-estruturas.
O preço dos materiais de construção é um importante indicador para o mercado da construção, pois é através da variação que se consegue identificar o grau de intensidade das actividades do sector.





