O Presidente de Angola, João Lourenço felicitou esta Segunda-feira, 26, o Luiz Inácio Lula da Silva pela victória nas Eleições Presidenciais da República Federativa do Brasil.
“Tenho a honra de felicitar vossa Excelência, em nome do Executivo angolano e no meu próprio, pela sua victória nas Eleições Presidenciais da República Federativa do Brasil, ocorrida ontem, 25 de Outubro de 2026”, escreveu o chefe de Estado angolano na sua página oficial do Fecebook.
João Lourenço disse que, a victória de vossa Excelência é a expressão da vontade democraticamente manifestada pelo povo brasileiro, que fez a escolha que lhes garante a continuidade de políticas focadas na realização dos seus interesses fundamentais e na preservação do papel activo do Brasil no contexto internacional.
“Temos a certeza de que, neste novo mandato de vossa Excelência, a República de Angola e a República Federativa do Brasil manterão e procurarão concretizar os objectivos delineados no âmbito da nossa cooperação bilateral, tendo em vista o fortalecimento das nossas respectivas economias e a construção da base material sobre a qual assentará a prosperidade e o progresso dos nossos povos e das nossas nações”, perspectivou na mensagem dirigida ao Presidente reeleito pelo povo brasileiro.
Para concluir o PR angolano desejou a Lula muitos êxitos no desempenho da missão que lhe foi uma vez mais confiada pelo povo brasileiro, e fez votos de muita saúde e bem-estar, para que enfrente os desafios que doravante terá pela frente.
De relembrar que o político Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), venceu as eleições presidenciais de 2026, realizadas no Domingo, 25 de Outubro, ao derrotar o candidato do Partido Liberal (PL), Flávio Bolsonaro, que tinha terminado a primeira volta na liderança.
Com a vcitória de 2026, Lula alcança a sua quarta victória numa eleição presidencial, depois dos triunfos de 2002, 2006 e 2022, consolidando um percurso político de mais de duas décadas no centro da vida política brasileira.
Aos 80 anos, o líder do PT tinha indicado que a eleição de 2026 poderia representar a sua despedida das urnas, não podendo, de acordo com as actuais regras constitucionais brasileiras, disputar um novo mandato presidencial em 2030.





