Pro-Garante concedeu crédito de mais de 54 milhões de euros às empresas em Cabo Verde

A Pro-Garante, sociedade de garantia cabo-verdiana, anunciou, há dias, na cidade da Praia, que reforçou cerca de 1.900 empresas com um financiamento avaliado em mais de 54 milhões de euros de créditos, disponibilizado pelas instituições financeiras do país até final de julho de 2022, O referido financiamento representa perto de 19% do total das empresas…
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O referido financiamento representa perto de 19% do total das empresas registadas em Cabo Verde e próximo de 10% de escopo em empregos do país.
Economia

A Pro-Garante, sociedade de garantia cabo-verdiana, anunciou, há dias, na cidade da Praia, que reforçou cerca de 1.900 empresas com um financiamento avaliado em mais de 54 milhões de euros de créditos, disponibilizado pelas instituições financeiras do país até final de julho de 2022,

O referido financiamento representa perto de 19% do total das empresas registadas em Cabo Verde e próximo de 10% de escopo em empregos do país. Entretanto, a Lusa refere que, nos últimos três anos, a Pro-Garante, que deu início a operacionalização em 2020, atendeu todos os sectores de actividades e dimensão de empresas em todas as ilhas do país.

Ao apresentar os resultados da empresa, o presidente da sociedade de garantia cabo-verdiana, Pedro Barrios, fez saber que o universo empresarial em Cabo Verde é constituído na sua maioria por pequenas e médias empresas (mais de 90%) e fornecem mais de 40% dos empregos, mas que, no entanto, enfrentam o problema do acesso ao crédito.

“Para o futuro, a sociedade da garantia tem como desafios consolidar o sistema de contragarantias dos créditos, constituição de sistemas de contragarantias, integração nas redes internacionais de instituições de garantias de créditos e conclusão do projecto de digitalização dos processos de gestão. Assim, teremos um sistema nacional robusto de concessão de garantias às empresas”, perspectivou.

Para o vice-primeiro-ministro, ministro das Finanças e do Fomento Empresarial e ministro da Economia Digital, Olavo Correia, o papel do Estado é criar oportunidades e instituições vocacionadas para o efeito, sendo uma delas a sociedade de garantia de créditos.

“Conseguimos, com a Pro-Garante, alavancar mais de 1.900 operações, cerca de seis milhões de contos (mil milhões de escudos) de garantias, mais de nove milhões de contos de créditos (81,6 milhões de euros) à economia. Se esta instituição não estivesse a funcionar de forma sustentável, não seria possível os investimentos e os empregos criados no país”, revelou.

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