Reservas de ouro de Moçambique valorizaram 65% em 2025 para 467 milhões de euros

As reservas moçambicanas de ouro valorizaram 65% em 2025, para o equivalente a 467 milhões de euros, segundo dados do Banco de Moçambique que indicam que o valor do ouro monetário aumentou significativamente face a 2024, quando estas reservas estavam avaliadas em 283 milhões de euros. De acordo com as demonstrações financeiras do banco central,…
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O enquadramento do Banco de Moçambique refere que as reservas cambiais são constituídas por ouro amoedado, em barra ou lingote, prata fina e platina, direitos de saque especiais, moeda estrangeira e outros activos expressos em moeda estrangeira de convertibilidade assegurada.
Economia

As reservas moçambicanas de ouro valorizaram 65% em 2025, para o equivalente a 467 milhões de euros, segundo dados do Banco de Moçambique que indicam que o valor do ouro monetário aumentou significativamente face a 2024, quando estas reservas estavam avaliadas em 283 milhões de euros.

De acordo com as demonstrações financeiras do banco central, a evolução, que se soma à valorização de 27,1% em 2024, reflete sobretudo a valorização do preço internacional do metal precioso, uma vez que o stock de ouro manteve-se relativamente estável em termos físicos.

O enquadramento do Banco de Moçambique refere, segundo a Lusa, que as reservas cambiais são constituídas por ouro amoedado, em barra ou lingote, prata fina e platina, direitos de saque especiais, moeda estrangeira e outros activos expressos em moeda estrangeira de convertibilidade assegurada.

O Governo de Moçambique anunciou em Março que investidores dos Emirados Árabes Unidos querem instalar uma refinaria de ouro no país, recorrendo a tecnologia moderna e padrões internacionais de certificação, o que seria a primeira do género.

Segundo uma nota do Ministério da Economia divulgada na altura, a proposta de investimento na instalação de uma “refinaria de ouro” em Moçambique foi apresentada durante uma audiência entre o ministro Basílio Muhate e os representantes da Câmara de Comércio Árabe-Moçambicana (CCAM), em Maputo.

“Além do sector mineiro, os empresários manifestaram igualmente interesse em investir nas áreas da agricultura, indústria alimentar e pescas, sectores fundamentais para a diversificação da economia e criação de emprego”, lê-se no documento.

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