A garantia foi dada pelo Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, que apontou para a realização de “um fórum económico ou de investimento”, entre os dois Estados, para materializar uma ambição de “há muito tempo”, de ver empresários de Cabo Verde em São Tomé e Príncipe e vice-versa.
Conforme o político, a acontecer, o fórum vai ter as atenções viradas para sectores de actividade específicos dos dois Estados, como os casos da agricultura, pecuária e pesca, mas também na resposta a “uma preocupação das comunidades” dos dois países, “as ligações aéreas entre São Tomé e Príncipe e Cabo Verde”, disse.
“O sector aéreo é bastante complexo, carece muitas vezes da intervenção do Estado ao nível das subvenções” e, no caso de Cabo Verde e São Tomé, há um “parceiro fundamental, Angola, que assegurava no passado as ligações entre Luanda, São Tomé e Praia”, capital cabo-verdiana, referiu Patrice Trovoada, que levantou como opção alternativa, uma solução que passe pelas companhias de Cabo Verde e São Tomé, como a Asky, como noticiou a Lusa.
Os dois líderes de Governo, nomeadamente, o Primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva e Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, encontraram-se à margem da conferência internacional sobre democracia, que decorre na ilha do Sal, Cabo Verde.





