Angola assume presidência da CPLP com olhos no fortalecimento da cooperação económica

Angola assumiu este Sábado, 17, a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), por um período de dois anos, durante a XIIIª Cimeira de Chefes de Estado da organização que projecta fortalecer e promover a cooperação económica e empresarial para o desenvolvimento sustentável dos Estados-membros. Quase dois anos depois e "com vários progressos…
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Cerca de três anos depois da presidência de Cabo Verde, Luanda passa a ser a nova capital da CPLP, numa altura em que se celebram os 25 anos da fundação da organização.
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Angola assumiu este Sábado, 17, a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), por um período de dois anos, durante a XIIIª Cimeira de Chefes de Estado da organização que projecta fortalecer e promover a cooperação económica e empresarial para o desenvolvimento sustentável dos Estados-membros.

Quase dois anos depois e “com vários progressos assinalados”, com Cabo Verde à frente da organização que congrega nove países de expressão portuguesa, Luanda passa assim a ser a nova capital da CPLP, com o Presidente da República, João Lourenço, a assumir os destinos do bloco lusófono. Lourenço tomou posse neste Sábado como presidente em exercício da organização para o biénio 2021-2023.

A ascensão de Angola a líder da CPLP foi o tema que dominou os primeiros instantes dos trabalhos da XIIIª edição da Conferência de Chefes de Estado e de Governo dos países que no mundo falam a língua portuguesa. A reunião de cúpula de Luanda, que acontece por altura do 25º aniversário da Comunidade, viu igualmente chancelado o acordo de mobilidade para os cidadãos dos países-membros.

Na abertura da Cimeira, João Lourenço anunciou que o encontro serviria para traçar o futuro da organização nos próximos dois anos. “Tenho o privilégio e a subida honra de saudar a presença em Luanda de vossas excelências, para abordarmos importantes assuntos da nossa agenda e definirmos o rumo a seguir pela nossa organização nos próximos dois anos”, referiu João Lourenço.

Ao agradecer a presença dos líderes da CPLP em Luanda, o Estadista angolano disse estar consciente de “como é incómodo, hoje em dia, superar as dificuldades e os constrangimentos de viagens a que a pandemia da Covid-19 obriga a todos”.

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