O ministro do Turismo de Angola, Márcio Daniel, afirmou esta Quarta-feira, 06, que Angola está a construir o segmento do turismo de eventos, por meio de uma forte parceria público-privada, onde o governo fornece direcção e estabilidade e o sector privado impulsiona a inovação, o acesso ao mercado e a execução.
“Juntos, criamos um sistema que é competitivo, escalável e sustentável”, sublinhou o governante ao discursar na cerimónia de lançamento do Angola Convention Bureau (ACB).
Márcio Daniel referiu que o país tem se tornado um lugar onde “comunidades internacionais reúnem-se, indústrias trocam conhecimento, parcerias são construídas e ideias transformadas em acção”.
Garantiu que Angola oferece uma combinação única de localização estratégica que conecta regiões, indústrias fortes e relevantes, infra-estrutura em crescimento e experiências culturais autênticas.
“Não estamos competindo ou copiando os outros. Estamos posicionando Angola como um destino com substância e identidade”, assinalou, acrescentado que o valor do sector MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions – Encontros, Incentivos, Conferências e Exposições) vai muito além do impacto económico, “pois gera receita, cria empregos e cria um legado de conhecimento”.
Por outro lado, Márcio Daniel perspectivou que o Angola Convention Bureau servirá como uma plataforma para essa visão, sendo uma plataforma que conecta a procura internacional com as oportunidades locais.
Para o governante o ACB é uma plataforma que garante que o país seja visível, confiável e competitivo no cenário global do sector MICE. “Esse esforço é fortalecido por meio de parcerias internacionais. E estamos particularmente satisfeitos em colaborar com o Grupo Kleber, cuja experiência e perspectiva global apoiarão Angola no seu posicionamento bem-sucedido no mercado internacional do turismo de Eventos”, disse.
Entretanto, ressaltou, essa combinação de ambição nacional e experiência internacional é o que impulsionará o sucesso de Angola, advertindo, no entanto, que as parcerias por si só não bastam. Na visão do ministro angolano do Turismo, o que realmente define um destino de sucesso é o compromisso de todas as partes interessadas em moldá-lo activamente.
“O Governo sozinho não pode construir um destino. É necessário o envolvimento do sector privado, parcerias internacionais e compromisso local. Esta é uma missão compartilhada”, referiu ao concluir.





