TAAG abre rota directa para Guangzhou a partir do dia 23 deste mês

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola inicia, a partir de 23 de Junho, operações regulares para Guangzhou, uma das principais cidades comerciais da China, reforçando a conectividade entre os dois países e apostando num mercado considerado estratégico para o crescimento da transportadora nacional. O anúncio foi feito esta Terça-feira, 2, pelo presidente do conselho…
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Com uma comunidade chinesa superior a 50 mil cidadãos em Angola e uma crescente procura por viagens de negócios, a TAAG acredita que a nova ligação para Guangzhou poderá tornar-se uma das suas rotas internacionais mais rentáveis.
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A TAAG – Linhas Aéreas de Angola inicia, a partir de 23 de Junho, operações regulares para Guangzhou, uma das principais cidades comerciais da China, reforçando a conectividade entre os dois países e apostando num mercado considerado estratégico para o crescimento da transportadora nacional. O anúncio foi feito esta Terça-feira, 2, pelo presidente do conselho de administração da companhia, Clóvis Martins Rosa.

A nova rota intercontinental vai ligar directamente o Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto (AIAAN), localizado na província do Icolo e Bengo, à cidade chinesa, com uma frequência inicial de quatro voos por mês.

Segundo o gestor, a ligação foi concebida não apenas para responder à procura do mercado angolano, mas também para captar passageiros de outros países da África Austral, numa altura em que poucas nações da região dispõem de voos directos para Guangzhou.

“Prevemos um fluxo muito grande, não só de chineses, mas também de outros cidadãos, sobretudo angolanos que procuram estes destinos para a compra de diversos materiais”, afirmou.

Reconhecida internacionalmente como um dos maiores centros de comércio e manufactura da China, Guangzhou concentra uma intensa actividade empresarial e recebe anualmente milhares de empresários e compradores de várias partes do mundo. Para a TAAG, este factor poderá traduzir-se num aumento significativo da procura pela nova rota.

Clóvis Martins Rosa acredita que a operação apresenta fortes perspectivas de rentabilidade, sustentadas, entre outros factores, pela expressiva comunidade chinesa residente em Angola, estimada em mais de 50 mil cidadãos, bem como pelo crescente intercâmbio económico entre os dois países.

O responsável sublinhou ainda que a abertura da rota constitui um marco estratégico para a companhia, reforçando a sua presença internacional e ampliando as opções de mobilidade para passageiros ligados aos sectores empresarial, diplomático e turístico, além de criar novas oportunidades no segmento de transporte de carga.

Por sua vez, o embaixador da China em Angola, Zhang Bin, considerou que a nova ligação aérea representa mais do que uma simples ponte de transporte entre os dois países, classificando-a como o início de uma nova etapa no relacionamento bilateral.

Segundo o diplomata, a ligação directa deverá contribuir para aprofundar as relações económicas, comerciais e culturais entre Angola e a China, tornando mais dinâmicas as cooperações já existentes em diversos sectores de actividade.

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