Guiné-Bissau prolonga por cinco dias recenseamento da população e habitação

O presidente do Instituto Nacional de Estatística (INE) da Guiné-Bissau, Roberto Vieira, anunciou o prolongamento por cinco dias do recenseamento geral da população e habitação e afirmou que já foram recenseados mais de dois milhões de guineenses. Em conferência de imprensa transmitida pelos órgãos de comunicação locais, o responsável justificou a decisão do aumento de mais cinco…
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Em conferência de imprensa transmitida pelos órgãos de comunicação locais, o presidente do Instituto Nacional de Estatística (INE) justificou a decisão do aumento de mais cinco dias “para não deixar ninguém de fora”.
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O presidente do Instituto Nacional de Estatística (INE) da Guiné-Bissau, Roberto Vieira, anunciou o prolongamento por cinco dias do recenseamento geral da população e habitação e afirmou que já foram recenseados mais de dois milhões de guineenses.

Em conferência de imprensa transmitida pelos órgãos de comunicação locais, o responsável justificou a decisão do aumento de mais cinco dias “para não deixar ninguém de fora”.

“Estamos a falar do recenseamento geral, ninguém pode ficar de fora, por isso decidimos aumentar o processo para até o dia 26”, declarou Roberto Vieira, em referência à previsão inicial de que o recenseamento iria terminar no dia 21.

O presidente do INE explicou que, da recolha feita, foram recenseadas 2.213.173 guineenses, mais de 600 mil habitações e cerca de 301.000 agregados familiares.

O Banco Mundial e o Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) são os principais financiadores do recenseamento, com cerca de 19 milhões de dólares.

O presidente do Instituto Nacional de Estatística (INE), entidade que conduz o processo, afirmou que, com o quarto Recenseamento Geral da População e Habitação (RGPH4) na Guiné-Bissau, o país vai passar a saber o número exato da população guineense, onde e como vive.

O primeiro recenseamento geral da população guineense, diz a Lusa, realizou-se em 1979, o segundo em 1991, o terceiro em 2009 e o quarto deveria ter tido lugar em 2019.

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