Escola internacional britânica de Cabo Verde abre com 52 alunos dos 3 aos 11 anos

A primeira escola internacional britânica de Cabo Verde abriu esta Quarta-feira, 16, com 52 alunos até aos 11 anos, seguindo um currículo internacional e com ensino maioritariamente em inglês, informou o fundador da instituição, William Arthur. O fundador da British International School Cabo Verde (BISCV), que também criou escolas na Gâmbia e em Dacar afirmou…
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A escola internacional britânica de Cabo Verde, instalada em Palmarejo Baixo, na cidade da Praia, conta com três professores cabo-verdianos, sendo os restantes recrutados de países como Reino Unido, Estados Unidos, Gana, Gâmbia e Índia.
Educação

A primeira escola internacional britânica de Cabo Verde abriu esta Quarta-feira, 16, com 52 alunos até aos 11 anos, seguindo um currículo internacional e com ensino maioritariamente em inglês, informou o fundador da instituição, William Arthur.

O fundador da British International School Cabo Verde (BISCV), que também criou escolas na Gâmbia e em Dacar afirmou que “é uma escola internacional segundo o currículo de Cambridge, usado por mais de 10 mil escolas em 162 países.

A instituição, instalada em Palmarejo Baixo, na cidade da Praia, conta com três professores cabo-verdianos, sendo os restantes recrutados de países como Reino Unido, Estados Unidos, Gana, Gâmbia e Índia.

Para os alunos cabo-verdianos, a propina é de 250 euros mensais no pré-escolar e de 300 euros do 1.º ao 6.º ano e para alunos de outras nacionalidades, os valores são de 400 e 550 euros mensais, respectivamente.

A escola aplica ainda tarifas superiores quando as propinas são suportadas parcialmente ou integralmente por empresas privadas, missões diplomáticas ou delegações internacionais.

William Arthur apontou o abastecimento de água como o principal desafio enfrentado durante a instalação da escola em Cabo Verde, devido às exigências de higiene e segurança de uma instituição de ensino. “Para uma escola é um pouco desafiante. A higiene é importante, a saúde e a segurança são importantes”, afirmou.

Por sua vez, Ana Santos, representante da Direcção Nacional de Educação de Cabo Verde, diz a Lusa, considerou que a escola pode proporcionar aos alunos “uma experiência educativa orientada para um contexto internacional”.

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